Sobre o tema envolvendo condenados por dopar, além disso, quatro integrantes de uma organização criminosa foram condenados pela morte de Evandro Vieira de Sousa, em Rubiataba, na região central de Goiás. Dessa forma, segundo a denúncia do Ministério Público de Goiás (MPGO), antes de ser morto a tiros, em abril de 2024, ele foi amarrado, dopado e transportado no porta-malas de um carro até uma estrada rural, onde foi executado. Com isso, de acordo com a denúncia apresentada pela promotora de Justiça Yule Reis Mota, o crime ocorreu entre os dias 6 e 7 de abril de 2024. Os envolvidos receberam penas que, somadas, ultrapassam 118 anos de prisão.
A investigação apontou que os condenados suspeitavam que a vítima atuasse como informante da polícia nas apurações de outro homicídio na região. Os quatro réus foram condenados por homicídio qualificado, cárcere privado, corrupção de menor e participação em organização criminosa armada. Ângelo Araújo Teles, Kênia Cristina de Araújo, Thiago Panta Teles e Vanessa Martins de Souza e Silva foram considerados culpados pelos crimes. Vanessa, que alugou a casa onde a vítima foi mantida, porém, foi absolvida da acusação de ocultação de cadáver.
Condenados por dopar: Condenações
As penas mais altas foram aplicadas a Ângelo e Thiago, condenados a 33 anos, 8 meses e 28 dias de reclusão cada. Kênia recebeu pena de 29 anos, 3 meses e 5 dias, enquanto Vanessa foi condenada a 21 anos, 4 meses e 20 dias de prisão. Somadas, as penas dos quatro réus chegam a 118 anos, 1 mês e 21 dias de reclusão.
O Conselho de Sentença reconheceu três qualificadoras do homicídio: motivo torpe, emprego de meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima.
As defesas dos réus podem recorrer da condenação. Os advogados, no entanto, não foram localizados pelo Mais Goiás para comentar a decisão até a publicação desta reportagem.
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