Quarta-feira, 28 de outubro de 2026
Poder em Jogo

‘Processo vai cantar’: Accorsi reage a violência política contra petistas

‘Processo vai cantar’: Accorsi reage a violência política contra petistas

Sobre o tema envolvendo ‘Processo vai cantar’, além disso, A presidente do Partido dos Trabalhadores (PT) em Goiás, Adriana Accorsi, reagiu às violências e assédios contra eleitores de esquerda, sobretudo do PT, que se multiplicaram após a eleição do último domingo (25). “Primeiramente, o processo vai cantar”, prometeu em vídeo publicado nesta semana.

Segundo Adriana, em todo o país têm sido registradas “muitas agressões”, além de assédios, discriminações e ameaças, com pedidos de demissões e de não contratação a eleitores da esquerda.

Dessa forma, durante o vídeo, ela faz referência a uma psicóloga, agora investigada pelo Conselho Regional de Psicologia, por pedir a não contratação de petistas, e também a um coronel, que teria falado em “jogar petista no rio, pôr tudo num saco e jogar”.

Contexto e detalhes sobre ‘Processo vai cantar’

Com isso, ela provocou: “Vem. Nesse sentido, eu estou te esperando. Portanto, eu sou a presidenta aqui dos petistas e estou te esperando”, declarou, sem citar nomes na gravação.

“Aqui é polícia, tá? Nesse sentido, eu estou te esperando. De acordo com as apurações, vem me jogar no rio. Vem me pôr no saco e jogar no rio que eu estou esperando, coronelzinho de araque, mequetrefe. Você acha que nós temos medo de vocês? Se nós tivéssemos medo de vocês, se nós, classe trabalhadora, tivéssemos medo dos coronelzinhos de araque de Goiás, a gente não estaria aqui, não. Nós não temos medo de vocês. Nós enfrentamos vocês, e eu enfrento vocês. E eu estou te esperando, tá?”, declarou.

Na legenda da publicação, Adriana disse que “não temos medo de ameaças e ninguém vai nos calar”. Ela ainda citou que “Goiás foi o estado em que Lula mais cresceu em votos no segundo turno. Uma vitória da nossa força popular, que tenho muito orgulho de ter coordenado”.

“Mas não podemos aceitar a onda de violência e perseguição contra petistas! São agressões, ameaças, declarações discriminatórias e até a denúncia gravíssima de que um dirigente da OAB de Goiás teria defendido colocar petistas em sacos e jogá-los no rio. Isso é crime, é violência política e não pode ficar impune.”

Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.

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Redação Foco Goiás