Sobre o tema envolvendo PF pede, além disso, A Polícia Federal (PF) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a prorrogação de dois inquéritos que investigam suspeitas de tráfico de influência e corrupção envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Dessa forma, O pedido foi apresentado em 2 de outubro, quando terminou o prazo inicial de 60 dias para as apurações.
Com isso, A corporação afirma que ainda precisa concluir diligências para esclarecer os fatos. Entre as medidas solicitadas estão levantamentos sobre viagens nacionais e internacionais de Lulinha e da empresária Roberta Luchsinger, identificação de quem custeou os deslocamentos, análise de movimentações bancárias e vínculos societários, além de informações sobre agendas e reuniões em órgãos públicos federais.
Uma das investigações apura suspeitas de intermediação de negócios relacionados à comercialização de cannabis medicinal junto ao Ministério da Saúde. A outra examina possíveis irregularidades em negociações envolvendo a Dataprev, empresa pública de tecnologia vinculada ao governo federal, e interesses empresariais.
Contexto e detalhes sobre PF pede
Os pedidos foram encaminhados ao ministro André Mendonça, relator dos inquéritos no STF. No entanto, os processos permanecem na Presidência da Corte, sob responsabilidade do ministro Edson Fachin, que deverá decidir sobre a prorrogação. Até esta terça-feira (20), não havia decisão sobre os requerimentos.
A defesa de Lulinha contesta a continuidade das apurações e afirma que não há provas que justifiquem a manutenção dos inquéritos. O advogado Marco Aurélio de Carvalho classificou as diligências como uma tentativa de buscar elementos para sustentar a investigação. A defesa de Roberta Luchsinger também defende o arquivamento dos procedimentos.
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