Sobre o tema envolvendo presidente do Corinthians, além disso, para fazer um recorte recente: pós-Copa, o Corinthians faz a pior campanha do returno, foi eliminado da Copa do Brasil, rescindiu e recontratou Memphis Depay, atrasou salário, pagou salário, atrasou salário, demitiu Fernando Diniz, contratou e não inscreveu ainda Seedorf, foi goleado pelo Palmeiras, negocia-viaja-negocia com a Caixa para o naming rights do estádio, flerta com a zona de rebaixamento… E onde está o presidente? Dessa forma, O que ele pensa? Com isso, qual o plano?
Nesse sentido, não fossem o encontro com representantes de torcidas organizadas e o fato de ele ter publicado uma nota no site do clube dizendo não ser candidato nas eleições do mês que vem, e não saberíamos nada vezes nada do que ele tem feito.
Depois da goleada sofrida para o Palmeiras há dez dias, o zagueiro Gabriel Paulista desabafou: “Em todos os clubes que eu joguei, nessa situação que passei, a diretoria sempre protegeu os atletas, dava a vida para defender nós jogadores. Aqui no Corinthians eu não vejo isso, não vejo nenhuma proteção. Temos que respeitar o Corinthians, mas tem muita gente aqui dentro que não respeita e não sabe o que significa isso. Se alguém da diretoria quiser falar comigo e falar que disse besteira, eu volto e falo de novo.”
Contexto e detalhes sobre presidente do Corinthians
Os dirigentes, que têm alergia à conversa adulta, madura e necessária (do ponto de vista tributário) sobre SAF, tratam o clube com o “sigilo” de negócios próprios. A “SAF do Parque São Jorge” deve explicações.
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