Quinta-feira, 15 de outubro de 2026
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Netanyahu compara líderes de esquerda a faraós e projeta visita ao Brasil

Netanyahu compara líderes de esquerda a faraós e projeta visita ao Brasil

Sobre o tema envolvendo visita ao Brasil, além disso, O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, usou o termo “faraós” para se referir a líderes de esquerda responsáveis pelo distanciamento de nações latino-americanas em relação a Israel, sem nomear diretamente, mas com críticas dirigidas ao presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e ao ex-presidente colombiano Gustavo Petro. Dessa forma, as declarações ocorreram nesta quarta-feira (14/10), em um evento realizado no Ministério das Relações Exteriores de Israel, para comemorar a inauguração da Embaixada da Colômbia em Jerusalém.

Posse e visita ao Brasil

Com isso, netanyahu sinalizou ainda a intenção de participar da cerimônia de posse caso Flávio Bolsonaro (PL) vença Lula no segundo turno da eleição presidencial brasileira, agendado para o dia 25 de outubro.

Nesse sentido, durante a fala, o primeiro-ministro relembrou a visita que fez ao Brasil em 2018 para comparecer à posse do então presidente da República, Jair Bolsonaro. Portanto, no discurso, ele ainda classificou o país, em tom irônico, como “pequeno”.

Novo capítulo diplomático na América Latina

A cerimônia desta quarta-feira (14/10) concretizou o compromisso assumido pelo novo presidente colombiano, Abelardo de la Espriella, de relocar a representação diplomática do país de Tel Aviv para Jerusalém. Netanyahu saudou a iniciativa como símbolo de uma reversão no cenário regional.

O premiê afirmou que a América Latina vive um momento de reaproximação com Israel após uma sequência de eleições de presidentes de direita. “Mas agora, devo dizer que algo notável está acontecendo na América Latina. Tudo está retornando. A grande amizade, a profunda simpatia entre nossos povos. Uma amizade verdadeira”, disse Netanyahu.

Segundo Netanyahu, as gestões de Petro na Colômbia e de Lula no Brasil afastaram esses países de Israel. O premiê não citou os nomes dos líderes ao usar a metáfora dos faraós, mas o contexto da fala os incluía.

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Redação Foco Goiás