Quinta-feira, 29 de outubro de 2026
Bartolomeu Bueno da Silva

Mistério de 300 anos: igreja mais antiga de Goiás pode esconder corpo do homem que desbravou o estado

Mistério de 300 anos: igreja mais antiga de Goiás pode esconder corpo do homem que desbravou o estado

Sobre o tema envolvendo Mistério de 300, além disso, O túmulo de Bartolomeu Bueno da Silva, conhecido como ‘Segundo Anhanguera’, pode estar escondido na igreja mais antiga de Goiás, construída há quase 300 anos. Dessa forma, A suspeita envolve a Igreja de Nossa Senhora do Rosário, em Buenolândia, distrito da Cidade de Goiás, localizado a cerca de 182 quilômetros de Goiânia e 32 quilômetros do centro histórico do município. Segundo a tradição local, o bandeirante teria sido sepultado dentro do templo, embora outra versão aponte para o antigo cemitério existente ao lado da construção.

Com isso, O relato aparece em um documento oficial do Conselho Estadual de Cultura, mas não existem provas documentais ou arqueológicas que confirmem a localização do túmulo. Nesse sentido, O mistério voltou a chamar atenção após o Governo de Goiás anunciar uma restauração de R$ 2,8 milhões na igreja, com previsão de acompanhamento arqueológico durante as obras. Portanto, A possibilidade de encontrar vestígios históricos desperta curiosidade, mas ainda não há confirmação de que o projeto inclua uma investigação específica para localizar os restos mortais de Anhanguera. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Mistério de 300 continuam sendo acompanhados com atenção.

Em seguida, O bandeirante paulista comandou expedições em busca de ouro no século XVIII e participou da ocupação colonial do território que hoje corresponde a Goiás. Em 1726, fundou o Arraial da Barra, considerado um dos primeiros povoados da região e que deu origem à atual Buenolândia. Filho de outro explorador que também recebeu o apelido de Anhanguera, ele morreu em 1740, sem deixar registros conhecidos que permitam identificar com segurança o local onde foi enterrado.

Contexto e detalhes sobre Mistério de 300

A hipótese de um sepultamento dentro da igreja não seria incomum para a época, quando os templos religiosos também eram utilizados para enterrar os mortos. Em determinados casos, pessoas de maior prestígio social recebiam sepulturas próximas aos altares, enquanto outras eram enterradas nas áreas externas das construções. Pesquisas acadêmicas desenvolvidas em Goiás ajudam a explicar essa tradição e mostram como os costumes funerários estavam ligados à religião e às diferenças sociais durante o período colonial.

O registro que reacendeu o mistério consta de um parecer do Conselho Estadual de Cultura, elaborado durante a análise do processo de tombamento da Igreja de Nossa Senhora do Rosário. O texto informa que a tradição e a memória dos moradores de Buenolândia e da Cidade de Goiás apontam o templo como local de sepultamento do segundo Anhanguera. O Conselho não apresenta documentos que confirmem a existência do túmulo e reconhece a falta de registros históricos sobre a construção. Mesmo assim, considera relevante preservar a igreja e os elementos que compõem seu entorno.

A construção apresenta paredes de taipa de pilão, técnica antiga na qual a terra é compactada dentro de estruturas de madeira para formar paredes resistentes. Segundo o parecer, essa característica indica que a igreja pode ter sido erguida no século XVIII, período em que os primeiros povoados coloniais se estabeleceram na região. O edifício sofreu alterações ao longo dos anos, incluindo a perda do altar original, o que dificulta a reconstituição de sua aparência inicial. A ausência de documentação também impede determinar com precisão quando a igreja foi construída e quem recebeu sepultamento em suas dependências.

Principais pontos e impactos da decisão

O Governo de Goiás publicou, em 26 de outubro de 2026, o edital para restaurar a Igreja de Nossa Senhora do Rosário, com investimento estimado em R$ 2,8 milhões. A licitação está marcada para 4 de janeiro de 2027 e prevê a contratação de serviços especializados para recuperar a estrutura e os elementos arquitetônicos do templo.

Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.

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Redação Foco Goiás