Terça-feira, 13 de outubro de 2026
Cidades

Menino baleado na cabeça em Palmeiras de Goiás deixa hospital e inicia reabilitação

Menino baleado na cabeça em Palmeiras de Goiás deixa hospital e inicia reabilitação

Além disso, O menino de 10 anos atingido por três disparos de uma arma de pressão na cabeça, em Palmeiras de Goiás, deixou o Hospital Estadual de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol) e foi transferido para o Centro Estadual de Reabilitação e Readaptação Dr. Dessa forma, henrique Santillo (Crer), em Goiânia. Com isso, após quase um mês de internação, ele está consciente, conversa normalmente e iniciou um programa intensivo de reabilitação, mas ainda reclama de dores na cabeça, no quadril e na região da coluna. Nesse sentido, não há previsão de quanto tempo o tratamento vai durar.

Portanto, de acordo com informações divulgadas pelo Crer, o menino está com o quadro clínico estável e recebe acompanhamento de uma equipe multiprofissional. Em seguida, O tratamento inclui assistência médica e de enfermagem, fisioterapia, terapia ocupacional, fonoaudiologia, psicologia e serviço social. De acordo com as apurações, O objetivo é trabalhar a recuperação física e oferecer suporte emocional após o trauma.

Por outro lado, A evolução ocorre depois de um período em que a criança precisou ficar internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hugol. Após apresentar melhora, ele deixou a terapia intensiva e foi encaminhado para enfermaria pediátrica, antes de ser transferido para o Crer.

Contexto e detalhes sobre Palmeiras de Goiás

Familiares relataram que o menino se lembra do que aconteceu e chegou a perguntar por que fizeram aquilo com ele. A Polícia Civil aguarda autorização médica para ouvir a criança.

O avô paterno, Josmar Dias, já havia contado que o neto perguntava sobre os familiares e manifestava vontade de ir para a casa dos avós, em Anápolis. O pai do menino, que vivia em Portugal, voltou ao Brasil depois de saber que o filho havia sido ferido.

Tentativa de homicídio

O menino foi atingido no dia 14 de setembro, em uma propriedade rural de Palmeiras de Goiás. Inicialmente, a versão apresentada para polícia era de que o disparo teria ocorrido acidentalmente. No entanto, a investigação passou a questionar essa hipótese após identificar três projéteis em diferentes pontos da cabeça da criança.

Dois projéteis foram retirados durante o atendimento médico. O terceiro permaneceu alojado porque a remoção foi considerada arriscada. A arma apreendida é uma carabina de pressão calibre 5,5 milímetros, que precisa ser recarregada manualmente a cada disparo.

A mãe do menino, Caroline Souza Cirino, o padrasto, Tiago Lopes Cirino, e o proprietário da fazenda onde a família morava, José Rodrigues, foram presos preventivamente durante a investigação. Os três são suspeitos de envolvimento no caso. As defesas negam as acusações, e a investigação segue sob responsabilidade da Polícia Civil.

Após ser ferido, o menino recebeu os primeiros atendimentos em Palmeiras de Goiás e precisou ser levado para Goiânia devido à gravidade das lesões. Durante o deslocamento da família em busca de atendimento, o carro em que estavam capotou, e o Corpo de Bombeiros foi acionado para o resgate. A criança acabou sendo transportada de helicóptero para a capital, onde permaneceu internada no Hugol antes de seguir para o Crer.

Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.

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Redação Foco Goiás