Sexta-feira, 16 de outubro de 2026
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Mendonça proíbe Lula de dizer que Flávio é contra o fim da 6×1

Mendonça proíbe Lula de dizer que Flávio é contra o fim da 6×1

Sobre o tema envolvendo Mendonça proíbe, além disso, O ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), André Mendonça, proibiu a campanha do presidente Lula (PT) de divulgar propaganda eleitoral dizendo que o presidenciável Flávio Bolsonaro (PL) é contra o fim da escala 6×1. Dessa forma, A decisão foi motivada por pedido do candidato do PL na quarta-feira (14).

O grupo buscou a Justiça após a coligação de Lula exibir um vídeo no horário eleitoral gratuito que dizia: “Flávio Bolsonaro é contra o fim da escala 6×1 e quer que você negocie com o patrão.” A gravação ainda mostra declarações sobre a remuneração por horas trabalhadas e finaliza: “Lutem pelos seus direitos, pelos que vocês já têm e pelo que vocês podem ter. Com Flávio, você perde os direitos e ainda tem que negociar com o patrão.”

Para Mendonça, a propaganda do petista mostra uma “grave descontextualização”, uma vez que Flávio manifestou publicamente que votaria pelo fim da escala 6×1. “O representante, embora anteriormente houvesse manifestado críticas à proposta e continuasse defendendo maior flexibilidade na organização das jornadas de trabalho, declarou expressamente sua adesão ao encerramento da escala 6×1″, afirmou o ministro.

Contexto e detalhes sobre Mendonça proíbe

O magistrado ainda argumentou que a campanha de Lula poderia mostrar as declarações anteriores para fazer a comparação com a postura atual, mas não afirmar que o senador mantém a defesa contra a PEC. Desta forma, ele determinou a retirada da propaganda e proibiu novas peças no mesmo sentido.

Na última terça-feira (13), Flávio afirmou que votaria conforme “a vontade da maioria do povo trabalhador brasileiro”, mas discorda da proposta. Além disso, a imprensa nacional revelou que o presidenciável já teria sinalizado a empresários que revisaria a PEC, caso fosse eleito, uma vez que não poderia ir contra ela, devido ao apelo popular.

Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.

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Redação Foco Goiás