Além disso, uma médica que atua na rede municipal de saúde de Rio Verde denunciou à Polícia Civil que cinco atestados médicos falsos foram emitidos em seu nome sem que ela tivesse realizado qualquer atendimento à paciente. Dessa forma, os documentos foram apresentados por uma funcionária menor de idade de uma empresa do município entre junho, agosto e setembro deste ano e indicavam períodos de afastamento que variavam de 10 a 20 dias.
Com isso, A empresa desconfiou da autenticidade dos atestados após identificar incoerências nos documentos e decidiu procurar a unidade de saúde indicada para verificar a veracidade das informações. Nesse sentido, em nota, a Secretaria Municipal de Saúde informou que recebeu a solicitação de verificação e, após consultar os registros, constatou que não havia atendimento da paciente nem registro de emissão dos documentos na unidade.
A secretaria também esclareceu que a médica identificada nos atestados integra a rede municipal de saúde, mas atua em outra unidade. A profissional trabalha no Hospital Municipal Universitário (HMU) e no programa Melhor em Casa.
Contexto e detalhes sobre Rio Verde
Ao analisar os documentos, a médica identificou divergências na assinatura e no carimbo utilizados. Ela também informou que não perdeu nenhum de seus carimbos originais e afirmou que não realizou os atendimentos descritos nos atestados.
Por meio de seu advogado, a profissional informou que registrou um boletim de ocorrência e pediu a investigação do caso. A Polícia Civil deverá apurar quem produziu os documentos e em quais circunstâncias eles foram apresentados à empresa, inclusive se houve participação da funcionária na possível falsificação ou aquisição dos atestados.
Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.
Veja também: Flávio, Trump, Netanyahu e Peña: dez dias para a direita do mundo esquecer
