Além disso, O deputado estadual eleito João Pires (PSD) nega ser alvo de uma investigação na Justiça Eleitoral por suspeitas de abuso de poder político e uso indevido da máquina pública durante sua campanha. Dessa forma, em publicação nas redes sociais, João Pires disse que é atacado há anos pelo dono da página SG1 Notícias, que fez a publicação com as alegações. Com isso, O deputado estadual chamou o usuário de “cidadão corrupto, condenado e inelegível” e disse que é um funcionário do governador eleito Douglas Ruas (PL).
Nesse sentido, na Justiça Eleitoral, há um processo em nome de Leonardo José do Patrocínio Aragão dos Santos Lau, advogando em causa própria. Portanto, conhecido como Dr. Leonardo Aragão, ele foi candidato a deputado estadual pelo Rio de Janeiro pelo partido Mobiliza em 2026, mas não foi eleito.
No documento, o deputado estadual eleito João Pires e Edvaldo Ferreira Borges, ex-ocupante de cargo na comissão da Secretaria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor, são acusados de integrarem a “milícia da grata”, com abuso de poder político e de autoridade.
Contexto e detalhes sobre João Pires
De acordo com Leonardo Aragão, enquanto João Pires estava à frente da pasta, teria exonerado Edvaldo para que ele atuasse em sua campanha eleitoral. Depois do pleito, o funcionário foi reconduzido ao cargo na mesma estrutura. Aragão também cita que Edvaldo é investigado por ser uma fonte de informações sigilosas sobre ações do Procon RJ ao núcleo econômico da organização criminosa investigada.
A solicitação foi recebida pela Justiça Eleitoral, que disse que há elementos mínimos que justificam a instauração de uma investigação judicial. A instância reforçou que o recebimento não importa qualquer juízo antecipado sobre o mérito.
Dr. Leonardo Aragão recebeu 134 votos, nas eleições de 2026. Ele teve o pedido de registro de candidatura indeferido, quando tentou concorrer ao cargo de prefeito do Rio nas eleições municipais de 2024.
Na época, o Ministério Público Eleitoral alegou que Leonardo Aragão tinha uma condenação criminal transitada em julgado pelo crime de receptação, que, pelas regras da Lei da Ficha Limpa, prevê a inelegibilidade do candidato.
A reportagem tenta contato com as defesas dos citados.
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