Terça-feira, 20 de outubro de 2026
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Inquérito sobre suspeita de lavagem de Flávio Bolsonaro também investiga Cláudio Castro e Ramagem

Inquérito sobre suspeita de lavagem de Flávio Bolsonaro também investiga Cláudio Castro e Ramagem

Além disso, O inquérito da Polícia Federal sobre suspeita de lavagem de dinheiro envolvendo o advogado Willer Tomaz e o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) também apura se houve irregularidades nas condutas do ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro (PL) e do ex-deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ).

Dessa forma, A investigação tem como foco principal transações ligadas a Willer, amigo de Flávio e também investigado no inquérito que trata de fraudes relacionadas ao INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Flávio Bolsonaro continuam sendo acompanhados com atenção.

Com isso, ela é um desdobramento de uma apuração sobre o setor de bets e trata de movimentações suspeitas relacionadas ao advogado. Nesse sentido, com o surgimento do nome de Flávio, o caso foi enviado ao STF (Supremo Tribunal Federal), e o ministro Alexandre de Moraes foi sorteado como relator. Esse ponto reforça a repercussão gerada em torno de Flávio Bolsonaro nos últimos dias.

Contexto e detalhes sobre Flávio Bolsonaro

Portanto, castro governou o Rio de Janeiro entre maio de 2021 e março de 2026. Em seguida, willer é dono da Rede Loto, primeira bet a conseguir uma licença de operação no país ainda em maio de 2023, emitida pelo governo fluminense.

No pedido de abertura de investigação encaminhado ao Supremo, a PF indica possíveis irregularidades em uma licitação de 2022 da Loterj (Loteria do Estado do Rio de Janeiro) vencida pela Pixs Cobrança, atual RioPag. A PF afirma ter encontrado nos arquivos do advogado mensagens e registros de viagens que indicam proximidade pessoal entre ele e o ex-governador.

A disputa ocorreu sob uma Loterj comandada por Hazenclever Lopes, nomeado pelo então governador. A investigação diz que Willer seria o dono de fato da empresa.

Principais pontos e impactos da decisão

Hazenclever, apontam os investigadores, tinha vínculos profissionais e proximidade com Willer anterior à sua nomeação ao cargo.

Na licitação, a empresa ligada a Willer ofereceu repassar 20% da remuneração à Loterj, enquanto sua única concorrente oferecia 26%. A rival foi desclassificada porque escreveu o percentual com duas casas decimais, e não três, como exigia o edital. A apuração diz que, sem concorrência, a Pixs negociou diretamente com a autarquia e elevou a oferta para 26,455%.

Em relação a Ramagem, a Polícia Federal faz menção, no pedido de abertura de investigação, a um pagamento de R$ 270 mil, dividido em três parcelas de R$ 90 mil, cujo beneficiário final seria o ex-deputado, que comandou a Abin (Agência Brasileira de Inteligência) na gestão Jair Bolsonaro (PL).

Ramagem foi cassado do mandato de deputado em dezembro passado, após ser condenado pelo Supremo a 16 anos e um mês de prisão por participar de tentativa de golpe de Estado. Ele está nos Estados Unidos desde setembro passado.

As transferências a Ramagem não eram diretas a ele e tinham como favorecido formal a empresa Torre Comunicação Estratégica. A PF afirma, porém, que investiga esses repasses como relacionados ao ex-deputado.

A investigação teve origem em movimentações relacionadas ao setor de apostas. Na sexta (16), a Folha mostrou que uma empresa do setor, de propriedade de Willer Tomaz, havia pagado voos de Flávio para a Europa em 2025.

Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.

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Redação Foco Goiás