Sexta-feira, 9 de outubro de 2026
Cidades

Hospital bicentenário de Goiás busca R$ 500 mil para renegociar dívidas e não fechar as portas

Hospital bicentenário de Goiás busca R$ 500 mil para renegociar dívidas e não fechar as portas

Sobre o tema envolvendo R 500, além disso, O Hospital de Caridade São Pedro D’Alcântara, na cidade de Goiás, lançou a campanha “SOS Hospital São Pedro” para arrecadar R$ 500 mil. Dessa forma, O dinheiro deve ser usado como entrada para renegociar parte das dívidas da instituição, estimadas em cerca de R$ 10 milhões. Com isso, A quantia não quita o passivo: é o valor que o hospital afirma precisar para iniciar os parcelamentos e não fechar as portas.

Nesse sentido, segundo a diretora do hospital, Daniela Ruskaya, um levantamento financeiro identificou pendências sociais e trabalhistas que precisam ser negociadas. Portanto, O contexto divulgado pela instituição também aponta dívidas tributárias, principalmente federais. Em seguida, A direção afirma já ter organizado os valores de cada débito e calculado as entradas necessárias para formalizar os acordos. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a R 500 continuam sendo acompanhados com atenção.

“Já levantamos os valores de cada débito e as respectivas entradas necessárias para formalizar os parcelamentos. Portanto, temos um diagnóstico financeiro organizado e sabemos quais recursos precisamos viabilizar para avançar na regularização dessas pendências”, explica Ruskaya. Esse ponto reforça a repercussão gerada em torno de R 500 nos últimos dias.

Contexto e detalhes sobre R 500

De acordo com as apurações, A regularização é importante para recuperar certidões e tentar manter o Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social (Cebas). Por outro lado, O setor filantrópico é responsável por mais de 50% dos atendimentos de média e alta complexidade do Sistema Único de Saúde (SUS). Como a tabela de repasses do SUS historicamente não cobre todos os custos operacionais, o Cebas funciona como o principal mecanismo de equilíbrio financeiro dessas instituições, como o Hospital São Pedro. De acordo com Ruskaya, pendências financeiras estão entre os motivos apontados no indeferimento relacionado a essa certificação. Especialistas destacam que novas atualizações sobre R 500 devem surgir em breve.

“A receita que o hospital recebe pelos atendimentos realizados pelo SUS e pelos não tem sido suficiente para cobrir todas as despesas operacionais e, ao mesmo tempo, regularizar o passivo financeiro acumulado ao longo dos vários e vários anos”, diz Daniela, que assumiu a gestão do hospital há nove meses.

Ruskaya diz que o hospital articula apoio do poder público e busca alternativas para viabilizar os pagamentos. A instituição afirma que existe preocupação com a continuidade dos serviços caso não consiga avançar nas negociações, mas trabalha para evitar esse cenário. Não foram informadas interrupções atuais no atendimento por causa das dívidas.

Principais pontos e impactos da decisão

“São dívidas que vêm de gestões anteriores, com pendências que remontam a 2013. Hoje, o hospital enfrenta uma dificuldade muito grande para negociar esses débitos, porque as entradas exigidas pelos credores são incompatíveis com a capacidade financeira que a instituição consegue gerar atualmente, considerando também todas as despesas necessárias para manter a assistência à população”, pondera Ruskaya.

A campanha lançada pelo hospital pede contribuições de qualquer valor. “O Hospital São Pedro já cuidou de tantas gerações. Agora, precisamos que você cuide dele”, diz a instituição.

“Ainda tivemos um retorno muito pequeno diante da dimensão da nossa necessidade, mas seguimos otimistas e confiantes de que a mobilização vai ganhar força. Sabemos que não é uma situação que se resolve de um dia para o outro, mas cada contribuição faz diferença”, conclui a diretora.

Fundado em 1825, o São Pedro completou 201 anos em 2026. O hospital oferece atendimento de urgência e emergência pelo Sistema Único de Saúde (SUS), internações, cirurgias e exames. A estrutura tem 51 leitos, dez deles de Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

Segundo a instituição, a unidade atende uma região de 46 municípios, com população estimada em 430 mil pessoas, e emprega cerca de 200 trabalhadores. A unidade médica é a mais tradicional do Estado de Goiás e foi fundado às margens do Rio Vermelho, na antiga capital, após troca de cartas do governador da então Província de Goiás com o imperador Dom Pedro I. Ainda, o nome da unidade foi escolhido em homenagem ao Padroeiro da Casa Imperial, da Casa dos Bragança.

Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.

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Redação Foco Goiás