Quarta-feira, 28 de outubro de 2026
Cardiopatia congênita

Gestante entra em trabalho de parto após 12 dias à espera de vaga para bebê com cardiopatia em Goiânia

Gestante entra em trabalho de parto após 12 dias à espera de vaga para bebê com cardiopatia em Goiânia

Sobre o tema envolvendo Gestante entra, além disso, uma gestante de 38 semanas entrou em trabalho de parto e precisou ser encaminhada para a sala de parto após aguardar 12 dias por uma transferência para uma unidade especializada no atendimento à filha, diagnosticada com uma grave cardiopatia congênita. Dessa forma, internada no Hospital das Clínicas (HC), em Goiânia, desde 15 de outubro, Raquel Geane Dias Rodrigues aguardava uma vaga que permitisse à bebê Aurora nascer em um hospital com estrutura especializada em cardiologia neonatal. Ao Mais Goiás, uma prima de Raquel contou que a cardiopatia congênita de Aurora foi identificada durante um exame de rotina, na 30ª semana de gestação.

Segundo a família, a bebê precisa nascer em uma unidade com UTI neonatal cardíaca e equipe de cirurgia cardíaca pediátrica. Os parentes tentaram viabilizar uma transferência particular, mas não conseguiram reunir a documentação necessária. O Ministério Público pediu para fazer três orçamentos, para tentar uma transferência particular, porém nem conseguiram laudo de um cardiopediatra, conforme relatou a prima. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Gestante entra continuam sendo acompanhados com atenção.

A situação mudou quando Raquel entrou em trabalho de parto e foi encaminhada à sala de parto. Uma equipe do HUGOL chegou ao HC para que um cardiologista avaliasse a condição da bebê e verificasse quais procedimentos poderiam ser realizados. A possibilidade de transferência para São Paulo, caso o atendimento necessário não pudesse ser oferecido em Goiás, ainda dependia de confirmação das equipes médicas e da regulação.

Contexto e detalhes sobre Gestante entra

Inicialmente, foi solicitada a transferência da gestante para o Hospital Estadual da Mulher Dr. Jurandir do Nascimento (HEMU), em Goiânia. No entanto, embora houvesse a possibilidade de disponibilização de uma vaga na unidade, o hospital não contaria com a estrutura necessária para o atendimento especializado da bebê. Após essa solicitação inicial, não foram identificados novos pedidos na regulação estadual.

Em nota, a Secretaria de Estado da Saúde de Goiás (SES-GO) informou que recebeu, em 22 de outubro, um pedido de transferência feito pela Secretaria Municipal de Saúde de Goiânia (SMS), mas que, após avaliação no HEMU, não houve indicação para interromper a gestação naquele momento. Segundo a pasta, a paciente deve permanecer internada no HC, que tem estrutura para atender gestantes de alto risco.

A SES-GO afirmou ainda que não há solicitação de transferência ativa na regulação estadual e que, após o nascimento, eventual necessidade de transferência da bebê para cirurgia será avaliada conforme indicação médica e inserção no fluxo de regulação.

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Goiânia informou que a paciente, identificada pelas iniciais R.G.D.R., está temporariamente no Hospital das Clínicas (HC) e recebe toda a assistência necessária enquanto aguarda transferência para outro estado, sendo articulada por meio do Tratamento Fora do Domicílio (TFD).

Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.

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Redação Foco Goiás