Quinta-feira, 15 de outubro de 2026
Bancadas de direita

Flávio Bolsonaro e Wilder Morais: veja como goianos e partidos de direita votaram a PEC do fim da escala 6×1

Flávio Bolsonaro e Wilder Morais: veja como goianos e partidos de direita votaram a PEC do fim da escala 6×1

Além disso, O senador e candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o senador goiano Wilder Morais (PL) votaram a favor do fim da escala de trabalho 6×1, aprovado pelo Senado Federal nesta quarta-feira (14). Dessa forma, A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019 recebeu 75 votos favoráveis e apenas um contrário em cada um dos dois turnos. Com isso, O único parlamentar a rejeitar a mudança foi Hamilton Mourão (Republicanos-RS), ex-vice-presidente da República.

Nesse sentido, A aprovação contou com o apoio de senadores de partidos de direita e centro-direita, incluindo PL, Republicanos, Progressistas (PP), União Brasil, PSD, Podemos e PSDB. Portanto, entre os parlamentares que apoiaram a medida também estão Damares Alves (Republicanos-DF), Magno Malta (PL-ES) e Tereza Cristina (PP-MS). Em seguida, no PL, 12 senadores votaram favoravelmente, enquanto três não participaram das votações.

Flávio Bolsonaro participou remotamente das duas votações, enquanto cumpria agenda de campanha em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. O voto favorável ocorreu após críticas anteriores à proposta. Apesar do apoio à PEC, o senador defende mudanças no modelo de jornada de trabalho, com maior flexibilidade nas relações trabalhistas.

Nem todos os integrantes do PL participaram da votação. Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro, Marcio Bittar (PL-AC) e Sergio Moro (PL-PR) não registraram votos em nenhum dos dois turnos. Ciro Nogueira (PP-PI) também aparece como ausente nos dois registros nominais.

Flávio Bolsonaro: Como votaram os senadores de Goiás

Os três representantes de Goiás no Senado apoiaram o fim da escala 6×1 nas duas votações:

  • Wilder Morais (PL): a favor;
  • Vanderlan Cardoso (PSD): a favor;
  • Jorge Kajuru (PSB): a favor.

O que muda com o fim da escala 6×1

O texto aprovado pelo Senado prevê a substituição da escala 6×1 por um modelo com dois dias de descanso remunerado por semana, sem redução salarial.

A jornada semanal máxima será reduzida gradualmente das atuais 44 horas para 42 horas, após dois meses da promulgação, e para 40 horas, um ano depois dessa primeira redução.

A proposta foi aprovada em dois turnos pelo Senado e encaminhada à promulgação.

Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.

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Redação Foco Goiás