Quinta-feira, 15 de outubro de 2026
Bela Vista de Goiás

Filha de servidora pública morta pelo namorado em Bela Vista de Goiás diz ‘torcer por uma pena alta’

Filha de servidora pública morta pelo namorado em Bela Vista de Goiás diz ‘torcer por uma pena alta’

Sobre o tema envolvendo Bela Vista, além disso, A expectativa da filha da servidora pública Nádia Gonçalves de Aguiar para o julgamento do homem acusado de matá-la é alta. Dessa forma, yanne Aguiar espera uma condenação e uma pena severa. Mas sabe que nenhuma decisão judicial vai reparar a perda: “Mesmo que ele pegue muitos anos, não vai trazer minha mãe de volta”, disse ao Mais Goiás.

Com isso, jonas Alves, de 29 anos, está preso preventivamente à espera do julgamento por júri popular, marcado para 12 de novembro, na Câmara Municipal de Bela Vista. Nesse sentido, A filha diz confiar na condenação e espera que os agravantes sejam considerados. “Espero muito que ele pegue uma pena alta”, afirmou. Portanto, E resume o limite do que o julgamento pode oferecer: “Vou viver o resto da vida com a dor da ausência dela”.

Em seguida, nádia tinha 47 anos e era servidora pública. De acordo com as apurações, no distrito de Rosalândia, em Bela Vista de Goiás, participava de ações para arrecadar alimentos, roupas e brinquedos para famílias em situação de vulnerabilidade. “Ela estava na melhor fase da vida dela”, lembra a filha. Viúva, Nádia havia começado um relacionamento com Jonas havia cerca de nove meses e aproveitava a convivência com o neto, ainda recém-nascido.

A filha conta que o casal era sociável, saía com amigos e participava de festas de família. Ainda assim, ela diz que sentia algo que a preocupava e chegou a comentar isso com a mãe. Segundo ela, a família só soube depois do crime que Jonas tinha histórico de violência doméstica.

“Sempre estavam aqui em casa em festas de família. Mas eu sempre sentia algo ruim vindo dele [Jonas]. Comentei com a minha mãe, mas ela não deu muita corda. A gente só foi descobrir o histórico criminal dele depois do que aconteceu com a minha mãe”, relatou Yanne Aguiar.

Bela Vista: O relato sobre a agressão

Segundo a filha, Jonas atribuiu a discussão, que gerou a briga, a um óculos que teria caído e quebrado enquanto os dois estavam em uma moto. Ele teria dito que estava bêbado, ficou com raiva e agrediu Nádia. A filha relata que a mãe sofreu uma sequência de agressões graves, inclusive com um pedaço de madeira, um pedaço de concreto e pisadas na cabeça.

O caso foi investigado como feminicídio; Nádia morreu no Hospital de Urgências de Goiás em 13 de outubro de 2025, três dias após ser socorrida com traumatismo craniano e múltiplas lesões pelo corpo.

“Eu reconheci minha mãe por uma tatuagem”

A filha trabalhava em um hospital e havia acabado de cumprir um plantão de 24 horas quando recebeu a notícia. Saiu às pressas para o Hugo. Nádia estava tão desfigurada que a filha, que a via todos os dias, não conseguiu reconhecê-la de imediato: identificou a mãe por uma tatuagem nas costas e pelo pé.

“Eu reconheci minha mãe no hospital por uma tatuagem que ela tinha nas costas e pelo pé dela. Ela estava tão desfigurada ao ponto da própria filha, que a via todo dia, não reconhecer ela”, contou Yanne.

Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.

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Redação Foco Goiás