Quinta-feira, 8 de outubro de 2026
Cidades

Família luta por autorização de cirurgia rara para filha com problemas respiratórios em Goiás

Família luta por autorização de cirurgia rara para filha com problemas respiratórios em Goiás

Sobre o tema envolvendo Família luta, além disso, A família de Rebeca Oliveira Lobo, de 10 meses, vive dias de medo e expectativa enquanto aguarda a autorização da Unimed de Rio Verde para uma nova cirurgia. Dessa forma, A bebê tem um estreitamento grave na traqueia, e a equipe médica propôs uma reconstrução do órgão — procedimento complexo, em uma região próxima aos brônquios, ao coração e aos pulmões. Com isso, A dificuldade é que o procedimento precisa da máquina ECMO para acontecer, mas é um equipamento disponibilizado apenas em UTIs com alta tecnologia.

“Estamos chorando muito e com medo. Nesse sentido, É um procedimento de risco, porque vai abrir o peito novamente, mas ela precisa para sobreviver”, contou a mãe Vilma Oliveira ao Mais Goiás. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Família luta continuam sendo acompanhados com atenção.

Portanto, segundo ela, a traqueia da filha fecha por causa da malformação e é preciso fazer dilatações na emergência hospitalar, mas os procedimentos feitos recentemente pelos médicos não têm conseguido manter a traqueia aberta. Em seguida, na última intervenção, a bebê quase morreu por insuficiência respiratória grave, conforme a mãe. Por isso, a proposta agora é retirar a parte deformada pela malformação congênita e reconstruir o trecho para evitar que ela tenha intercorrências constantes. De acordo com as apurações, na última vez, Rebeca ficou internada na UTI por 15 dias. Esse ponto reforça a repercussão gerada em torno de Família luta nos últimos dias.

Contexto e detalhes sobre Família luta

Por outro lado, A cirurgia pode resolver a malformação, mas não há garantia de resultado. “É um caso raro que tem pouquíssimos relatos no Brasil. […] Estamos apegados nessa chance”, disse a mãe.

Vale destacar que O pedido médico encaminhado ao plano de saúde prevê uma traqueoplastia e o uso de ECMO durante a operação. Sendo assim, A sigla se refere à oxigenação por membrana extracorpórea: um sistema que retira o sangue do corpo, adiciona oxigênio e o devolve à circulação. É um suporte temporário usado em situações críticas, conforme avaliação da equipe médica. A família diz que o custo da cirurgia é alto.

Vilma Oliveira disse que o procedimento pode ser realizado no Hospital Israelita Albert Einstein, em Goiânia, que teria suporte dessa máquina, mas ele não faz parte da rede credenciada do plano. Nesta quinta-feira (8), um familiar foi à Unimed para dar entrada na documentação. Até o momento, não havia informação de negativa formal: os familiares aguardavam uma resposta ao pedido, que deve durar 10 dias sob análise.

Principais pontos e impactos da decisão

A preocupação aumentou depois do procedimento mais recente, realizado nesta semana. Segundo a mãe, Rebeca teve mais dificuldade para respirar durante a recuperação do que na semana anterior. Numa madrugada, precisou ser aspirada para aliviar o desconforto.

“Ela odeia, chora muito. É péssimo para nós, mas ajudou”, relatou a família sobre o procedimento.

Apesar dos dias difíceis, os parentes dizem que a menina continua sorridente. “Ela é muito feliz, não para de sorrir. Isso nos motiva”, declarou a mãe.

Rebeca já passou por uma primeira cirurgia aos três meses de vida. Desde então, a equipe tentou outros recursos antes de indicar a nova intervenção. De acordo com a família, a traqueostomia também não é uma alternativa possível por causa da localização da estenose.

Rebeca teve a malformação identificada ainda nos primeiros meses de vida. Em março, o Mais Goiás noticiou que a bebê havia sido extubada após uma cirurgia complexa em Goiânia, depois de cerca de 60 dias até a definição do diagnóstico.

Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.

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Redação Foco Goiás