Além disso, A Polícia Civil de São Paulo concluiu o inquérito da Operação Vectura Corrupta, solicitando a prisão preventiva sem prazo determinado do ex-vereador Milton Leite e de outros 12 réus por organização criminosa. A investigação aponta que Leite seria o dono de fato da concessionária Transwolff e atuava em esquema de infiltração do PCC no transporte público da capital, acusações que ele nega.
1. Infiltração do PCC no Transporte Público de SP
Dessa forma, A Polícia Civil aponta que o PCC exerce influência direta ou indireta em mais da metade das concessionárias de ônibus da capital (12 das 22 empresas que operam o transporte municipal). Operação Vectura Corrupta mapeou fraudes em licitações e o uso de “laranjas” e intermediários para que a facção assumisse o comando oculto de viações como a Transwolff e a UPBus. Os investigadores cruzaram dados financeiros e interceptações telefônicas para comprovar como a estrutura política facilitava a gestão de linhas e garagens para o grupo.
2. A influência política de Milton Leite
Milton Leite é investigado por supostamente atuar em benefício de empresas de transporte ligadas à facção criminosa. O nome do ex-vereador apareceu interceptado em áudios de celulares e em depoimentos colhidos pela Corregedoria da Polícia Militar. Além do ex-vereador, a operação atingiu ex-diretores de órgãos públicos, como Levi dos Santos Oliveira (ex-presidente da SPTrans), apontado no relatório policial por atuar na facilitação e gestão de linhas e garagens em prol do grupo criminoso.
3. Pedido de prisão preventiva
O relatório final da Polícia Civil indiciou formalmente Milton Leite por ligação com a organização criminosa. No documento, as autoridades justificaram o pedido de prisão preventiva afirmando que o político possui elevado poder econômico, tentou ocultar ou destruir provas e manteve contato indevido com pessoas externas, mesmo detido. Inicialmente recolhido em Mogi das Cruzes, Leite foi transferido para o Centro de Detenção Provisória de Guarulhos após a polícia afastar diretores e policiais suspeitos de conceder regalias ilegais a ele na prisão.
Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.
Veja também: Menina de 1 ano morde caroço de pequi e fica com espinhos presos na garganta em Goiás



