Sexta-feira, 6 de novembro de 2026
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Empresa de Goiás está entre as brasileiras que transferiram investimentos ao Paraguai; veja lista

Empresa de Goiás está entre as brasileiras que transferiram investimentos ao Paraguai; veja lista

Sobre o tema envolvendo Empresa de Goiás, além disso, empresas brasileiras de diferentes setores têm ampliado suas operações industriais no Paraguai, atraídas por incentivos fiscais, custos de produção menores e proximidade com o mercado brasileiro. Dessa forma, entre elas estão a JBS, fundada em Anápolis (GO), a fabricante de meias Lupo e a indústria têxtil Karsten. Com isso, as companhias abriram fábricas, adquiriram unidades industriais ou passaram a realizar etapas da produção no país vizinho, sem necessariamente encerrar as atividades no Brasil.

Empresa de Goiás: JBS — Indústria de alimentos

Nesse sentido, fundada em 1953, em Anápolis, a JBS anunciou em outubro de 2025 investimentos de US$ 70 milhões na produção de frangos no Paraguai, distribuídos ao longo de dois anos. Portanto, A primeira etapa envolveu a aquisição da Pollos Amanecer, que possui uma fábrica em Doctor Juan Eulogio Estigarribia, no departamento de Caaguazú. Em seguida, O projeto prevê ampliar a capacidade da unidade para o processamento de 100 mil aves por dia, com aproximadamente 1,1 mil trabalhadores quando estiver em plena operação. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Empresa de Goiás continuam sendo acompanhados com atenção.

Lupo — Meias e roupas íntimas

De acordo com as apurações, A fabricante paulista inaugurou sua primeira fábrica no exterior em 2025, na cidade paraguaia de Ciudad del Este. Por outro lado, O investimento foi de R$ 30 milhões. A unidade produz meias e tem capacidade para fabricar 20 milhões de pares anualmente. Segundo a empresa, a produção atende principalmente ao mercado brasileiro e também a outras marcas que contratam serviços de fabricação.

Karsten — Cama, mesa e banho

A indústria catarinense inaugurou em março de 2026 sua primeira fábrica fora do Brasil, localizada em Minga Guazú, no departamento de Alto Paraná. A unidade foi instalada para ampliar a produção de artigos de banho, especialmente toalhas destinadas ao mercado brasileiro. Parte do processo industrial continua no Brasil, onde o tecido é enviado e passa pelas etapas de corte, costura, etiquetagem e embalagem.

Grupo Dass — Confecção de vestuário

O grupo brasileiro, responsável por operações de marcas esportivas como Fila, Nike e Adidas, anunciou em março de 2026 o início da produção de vestuário no Paraguai por meio da Dasstex. A unidade está localizada em Mariano Roque Alonso e atende demandas específicas das marcas próprias da companhia, com foco exclusivo na confecção de roupas.

Lunelli — Indústria têxtil

A fabricante catarinense de tecidos e roupas mantém operações industriais no Paraguai há vários anos. Em 2018, a companhia ampliou sua presença no país com uma unidade de beneficiamento têxtil. Dados da Federação das Indústrias de Santa Catarina indicam que a Lunelli contava com unidades fabris distribuídas entre os dois países.

Wyda — Embalagens de alumínio

A fabricante brasileira de embalagens instalou operações no Paraguai em 2019, com produção voltada principalmente ao abastecimento do mercado brasileiro. A unidade fabrica rolos de papel-alumínio e integra uma estratégia de expansão internacional do grupo.

Por que o Paraguai atrai empresas brasileiras?

Um dos principais atrativos é a Lei de Maquila, que permite a instalação de indústrias voltadas à exportação com tratamento tributário diferenciado. Pela legislação paraguaia, as empresas enquadradas no regime estão sujeitas a um imposto único de 1%, calculado sobre o valor agregado no país ou sobre o valor da fatura de exportação.

Outro fator considerado pelas empresas é o custo da mão de obra, além de custos de energia elétrica menores em determinadas condições. A proximidade geográfica também facilita o envio de matérias-primas do Brasil e a posterior exportação dos produtos acabados de volta ao mercado brasileiro.

Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.

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Redação Foco Goiás