Além disso, O presidente da Fifa, Gianni Infantino, terá concorrência na próxima eleição da entidade máxima do futebol mundial. Dessa forma, O dirigente japonês Kohzo Tashima anunciou a intenção de disputar a presidência da Fifa, desafiando o atual mandatário no pleito marcado para março de 2027. Com isso, A decisão foi confirmada após reunião da diretoria da Associação de Futebol do Japão (JFA), que aprovou o nome por unanimidade.
Nesse sentido, A confirmação da candidatura acontece antes do prazo limite de registro de chapas, marcado para 18 de novembro. Portanto, tashima surge como o primeiro adversário relevante contra Infantino, que busca permanecer no cargo para um quarto mandato consecutivo. Em seguida, A disputa pelo comando da entidade reflete um momento de pressão e desgaste político sobre a atual gestão internacional. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Dirigente japonês continuam sendo acompanhados com atenção.
Dirigente japonês: Quem é Kohzo Tashima e o plano de campanha
De acordo com as apurações, aos 68 anos, Kohzo Tashima é ex-jogador da seleção japonesa e presidente de honra da JFA. O dirigente ocupa uma cadeira no Conselho da Fifa desde 2015, ainda na época da presidência de Joseph Blatter, construindo perfil diplomático no cenário esportivo. Em declarações divulgadas pela imprensa japonesa nesta quinta-feira (05/10), o dirigente reforçou a necessidade de haver disputa nas urnas:
“O pior que pode acontecer é ele (Infantino) ser reeleito para o cargo sem uma eleição. Não se trata de ganhar ou perder, mas de mostrar ao mundo a abordagem sincera, correta e nobre do futebol japonês. O que a Fifa precisa agora é desses valores que nós protegemos. Decidi concorrer para fazer esse apelo ao mundo.”
Para formalizar o registro oficial da candidatura, cada concorrente precisa do apoio formal de pelo menos cinco federações nacionais filiadas à Fifa. A eleição geral com as 211 associações votantes está agendada para 18 de março de 2027, durante congresso em Rabat, no Marrocos. O vencedor precisará somar pelo menos 106 votos para comandar a organização.
O desgaste de Infantino e a busca de apoio da Uefa
A oposição ao atual presidente cresceu nos últimos meses devido a decisões contestadas internamente. Infantino causou forte atrito com federações ao propor a venda de fatias dos lucros futuros da Copa do Mundo para investidores privados, projeto que acabou barrado por pressão conjunta de confederações da Europa, Ásia e América do Norte. O presidente também virou alvo de debates jurídicos por tentar estender seu comando até 2031, driblando o limite estatutário de mandatos.
Nos bastidores, entidades descontentes com a atual gestão buscavam um nome para apresentar nas urnas. A Uefa acompanha a movimentação e tende a apoiar a candidatura de Tashima caso o japonês permaneça como o único oponente contra o suíço-italiano. O bloco europeu conta com 55 votos e pode articular alianças com federações da Ásia e da Concacaf para tentar evitar a continuidade de Infantino no poder.
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