Terça-feira, 20 de outubro de 2026
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Depois da mastectomia, 12 mulheres passarão por reconstrução mamária em Goiânia neste sábado (24)

Depois da mastectomia, 12 mulheres passarão por reconstrução mamária em Goiânia neste sábado (24)

Sobre o tema envolvendo 12 mulheres, além disso, doze mulheres que precisaram retirar a mama durante o tratamento contra o câncer terão a oportunidade de realizar a reconstrução mamária gratuitamente neste sábado (24), no Hospital Araújo Jorge, em Goiânia. Dessa forma, os procedimentos serão realizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS), das 7h30 às 19h, com a participação de 20 cirurgiões voluntários. Com isso, A ação chega à 11ª edição e integra a programação do Outubro Rosa.

“Muitas se sentem curadas após a mastectomia, cirurgia de retirada da mama, mas só se sentem completas quando conseguem se olhar no espelho e perceber que têm a mama de volta”, afirma o cirurgião plástico Bruno Carvalho, que idealizou o mutirão ao lado do também cirurgião plástico Pablo Rassi. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a 12 mulheres continuam sendo acompanhados com atenção.

Nesse sentido, segundo o médico, a reconstrução pode contribuir para recuperar a autoestima, a identidade feminina e o bem-estar emocional das pacientes. Portanto, os efeitos do procedimento também podem se refletir nos relacionamentos e na vida profissional das mulheres. “Quando a paciente tem oportunidade de fazer a reconstrução mamária, ela consegue colocar um ponto final na sua luta contra o câncer de mama”, disse em entrevista ao Mais Goiás. Esse ponto reforça a repercussão gerada em torno de 12 mulheres nos últimos dias.

Quem pode participar do mutirão

Em seguida, as pacientes atendidas neste sábado foram selecionadas e encaminhadas ao serviço de Cirurgia Plástica por meio das secretarias municipal ou estadual de Saúde, de unidades básicas de saúde ou das equipes de oncologia do próprio hospital. De acordo com as apurações, não é necessário ter realizado a mastectomia no Hospital Araújo Jorge, mas é preciso ter vínculo com Goiânia e seguir o fluxo de encaminhamento da rede pública de saúde. Especialistas destacam que novas atualizações sobre 12 mulheres devem surgir em breve.

Por outro lado, mulheres interessadas em fazer a reconstrução mamária devem procurar a equipe médica responsável pelo tratamento oncológico para avaliar a indicação do procedimento e receber o encaminhamento. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a 12 mulheres continuam sendo acompanhados com atenção.

Vale destacar que A seleção considera o histórico da mastectomia e as condições clínicas para a realização segura da cirurgia. São avaliados o exame físico, o histórico familiar e os exames laboratoriais, além de possíveis contraindicações, como diabetes ou pressão alta descoladas e anemia. Sendo assim, bruno também destaca a importância de hábitos de vida saudáveis e da proximidade com o peso adequado para aumentar a segurança do procedimento.

Além disso, neste ano, serão utilizadas seis salas do centro cirúrgico, com previsão de atender 12 mulheres. A quantidade de pacientes é definida conforme a disponibilidade dos cirurgiões, a estrutura hospitalar e as condições clínicas das mulheres.

“São cirurgias de alta complexidade. Elas podem demorar de três a seis horas. Por isso, a gente não consegue fazer mais do que 13 ou 14 cirurgias em um dia”, explica o médico Bruno Carvalho.

Mutirão já beneficiou mais de 160 pacientes

Realizado desde 2016, o Mutirão de Reconstrução Mamária já beneficiou mais de 160 pacientes. A edição deste ano será promovida no aniversário de 93 anos de Goiânia e integra a programação do Outubro Rosa do Hospital Araújo Jorge.

Na edição do ano passado, a salgadeira Lucimar Martins de Faria, então com 58 anos, participou do mutirão duas décadas depois de retirar a mama esquerda. Ela descobriu o câncer em 2004 e precisou passar pela mastectomia no ano seguinte. Ao receber a oportunidade de reconstruir a mama, comemorou: “Hoje estou muito feliz, uma felicidade sem tamanho”.

Bruno Carvalho atua no Hospital Araújo Jorge desde 2010 e foi um dos idealizadores do projeto. Ele conta que, nos primeiros anos, enfrentou dificuldades para reunir profissionais e ampliar o número de pacientes atendidas. Com o tempo, a iniciativa se tornou um evento oficial da instituição e passou a contar com cirurgiões plásticos voluntários de Goiânia e de outros estados.

Ao longo da trajetória, mais de 155 cirurgiões já participaram do mutirão. Além dos profissionais da cirurgia, a ação envolve equipes de psicologia, assistência social, mastologia, oncologia, radioterapia e enfermagem.

Reconstrução pode ser feita junto à mastectomia

Quando há condições clínicas e técnicas, a reconstrução mamária pode ser realizada na mesma cirurgia da mastectomia, procedimento que retira parte ou toda a mama. Segundo Bruno Carvalho, essa é a opção ideal, mas nem todas as pacientes podem passar pela operação imediatamente.

Em alguns casos, a cirurgia precisa ser adiada por questões clínicas ou pela necessidade de tratamentos complementares, como quimioterapia e radioterapia. As mulheres atendidas pelo mutirão, em geral, não tiveram a oportunidade de reconstruir a mama no momento da retirada. Quando indicado, o atendimento também pode incluir a reconstrução da aréola e do mamilo e procedimentos para melhorar a simetria entre as mamas.

A ação busca reduzir o tempo de espera na fila do SUS e ampliar o acesso a um procedimento garantido por lei. A legislação brasileira assegura às mulheres que tiveram a mama retirada total ou parcialmente em decorrência do câncer o direito à reconstrução mamária pelo sistema público de saúde.

O mutirão integra a campanha Outubro Rosa do hospital, que, em 2026, adota o lema “Você em primeiro plano”. A programação também reforça a importância do diagnóstico precoce, dos exames de rastreamento e da avaliação médica, especialmente para mulheres com histórico familiar da doença.

Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.

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Redação Foco Goiás