Sobre o tema envolvendo De lavrador a, além disso, por 47 anos, o lavrador Sidnei Pedro Honorato voltou para o mesmo endereço: a casa na esquina da Rua 20 com a Avenida G, na Vila Sofia, em Jataí. Dessa forma, ali, criou os cinco filhos e acompanhou a vida do bairro de perto.
Com isso, sidnei morreu em 26 de março de 2026, aos 73 anos, na residência onde morava desde 1979. Nesse sentido, agora, a antiga Avenida G leva o nome dele.
Portanto, segundo Pedro Everaldo Honorato, de 42 anos, um dos filhos, moradores sugeriram o reconhecimento. Em seguida, ele procurou a Câmara Municipal e encontrou apoio no vereador Adilson Carvalho, autor do projeto que alterou o nome da avenida.
Contexto e detalhes sobre De lavrador a
“Meu pai sempre ajudou o próximo, seja pela associação dos moradores ou individualmente. Depois do falecimento dele, o pessoal sugeriu uma homenagem para ele com o nome da rua.”
De acordo com as apurações, pedro explica que o pai sempre liderou as ações nas áreas sociais que ajudaram a erguer o bairro ao longo dos anos. “Ele ajudava as pessoas buscando cestas básicas, liderava mutirão de roçagem no bairro, sempre na área social, de ajudar o próximo, ajudando em reformas na escola do bairro”, lembra o filho.
Por outro lado, O projeto foi aprovado pela Câmara em setembro e sancionado pelo prefeito no dia 25 daquele mês, com a Lei nº 5.006. A mudança abrange toda a antiga Avenida G, na Vila Sofia. No trecho em que Sidnei viveu, a placa agora registra o nome de quem, por décadas, chamou aquele lugar de casa.
Nascido em Jataí em 22 de setembro de 1952, Sidnei trabalhou em fazendas antes de se mudar para a cidade, em 1979. Uma lesão na coluna o obrigou a reduzir o ritmo de trabalho. Anos depois, sofreu um AVC que deixou sequelas. Também teve enfisema pulmonar e, segundo o filho, não resistiu à doença.
Principais pontos e impactos da decisão
Sidnei teve quatro filhos homens e uma filha: Sérgio, Adilson, Claudinei, Elaine e Pedro. A casa na Vila Sofia foi o lugar onde a família cresceu e onde, ao longo do tempo, a vida de Sidnei se cruzou com a de vizinhos e moradores que recorriam a ele em busca de ajuda.
Pedro Everaldo diz que o pai foi pai e mãe ao mesmo tempo, depois que a esposa faleceu em 2002. “Os netos sentem falta dele e choram até hoje. Não tenho palavras para descrever como ele foi um grande pai e avô. Ele terminou de criar os filhos quando a minha mãe morreu há 24 anos”, conta.
Ao lado da associação de moradores, participou de iniciativas para reivindicar melhorias para o bairro. A homenagem nasceu da lembrança que ficou entre os moradores e da história construída naquele endereço.
A casa permanece na esquina. A avenida também. O que mudou foi o nome: a Avenida G agora guarda o de Sidnei Pedro Honorato, que viveu ali por quase metade da vida.
Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.
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