Terça-feira, 6 de outubro de 2026
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De alvo de ataques a assessor no STF: relembre a relação do delegado Fábio Shor com Moraes

De alvo de ataques a assessor no STF: relembre a relação do delegado Fábio Shor com Moraes

Sobre o tema envolvendo assessor no STF, além disso, antes de ser nomeado para o gabinete do ministro Alexandre de Moraes no Supremo Tribunal Federal (STF), o delegado da Polícia Federal Fábio Shor esteve na linha de frente das investigações mais explosivas do país. Responsável por assinar os inquéritos da ‘trama golpista de 2022’, das ‘fake news’ e das ‘milícias digitais’, o policial não apenas conduziu as apurações contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e seus aliados, como acabou se tornando alvo direto de ataques que foram parar na Suprema Corte.

O recente arquivamento da apuração sobre esses ataques pelo próprio Moraes traz de volta à tona a trajetória do investigador, que deixou a linha de frente da PF para assumir o posto de maior confiança técnica na equipe do ministro.

Assessor no STF: Da investigação de impacto ao cargo no gabinete de Moraes

A atuação de Fábio Shor na Polícia Federal o colocou como figura chave nas apurações que abalaram a política nacional. Foi sob sua condução que a PF indiciou Bolsonaro e aliados na apuração sobre a tentativa de golpe de Estado, além de atuar em frentes sobre fraudes em cartões de vacinação e negociação de joias acervadas.

A proximidade do trabalho técnico com o STF culminou na sua incorporação oficial ao tribunal. Nomeado pelo presidente da corte, ministro Edson Fachin, Shor assumiu o cargo comissionado de assessor de ministro (nível CJ-3) no gabinete de Moraes, a posição de maior nível hierárquico na equipe, situada logo abaixo da chefia de gabinete.

Alvo de militantes e oposição no exterior

O protagonismo nas ações contra o ecossistema bolsonarista fez do delegado um alvo constante de investidas digitais e declarações públicas.

A pressão escalou a ponto de gerar a instauração da Petição (PET) nº 12.404 no STF, após os jornalistas Allan dos Santos e Oswaldo Eustáquio, radicados no exterior, promoverem ataques direcionados a Shor nas redes sociais, conteúdos que também foram replicados pelo senador Marcos do Val (Podemos-ES).

Apesar de a Procuradoria-Geral da República (PGR) ter concluído recentemente que as ofensas não configuraram crime articulado para obstar a Justiça, a trajetória de Shor simboliza o ápice da tensão entre os investigadores da PF e os alvos das grandes operações conduzidas pelo STF.

Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.

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Redação Foco Goiás