Quarta-feira, 21 de outubro de 2026
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Conta de luz sobe de novo em Goiás nesta quinta (22); veja quanto vai pesar no seu bolso

Conta de luz sobe de novo em Goiás nesta quinta (22); veja quanto vai pesar no seu bolso

Além disso, A conta de luz ficará mais cara para os consumidores residenciais de Goiás a partir desta quinta-feira (22). Dessa forma, A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou, na terça-feira (20), um reajuste de 7,36% na tarifa das residências atendidas pela Equatorial Goiás, concessionária responsável pelo fornecimento a aproximadamente 3,67 milhões de unidades consumidoras no estado. Com isso, O aumento foi autorizado um ano após a distribuidora aplicar um reajuste médio de 18,55%, em outubro de 2025.

Nesse sentido, O novo percentual residencial é superior ao efeito médio de 7,25% aprovado para o conjunto dos consumidores. Portanto, na baixa tensão, categoria que inclui casas, pequenos comércios e outras unidades, a média será de 7,26%. Em seguida, para consumidores de alta tensão, o índice será de 7,22%. De acordo com as apurações, em nota encaminhada ao Mais Goiás, a Equatorial informou que o reajuste está relacionado principalmente aos custos de geração de energia, encargos setoriais e tarifas de transmissão.

Quanto a conta de luz vai aumentar em Goiás?

Por outro lado, O reajuste de 7,36% não significa que todas as contas ficarão exatamente 7,36% mais caras. Vale destacar que A atualização incide sobre a tarifa residencial, enquanto o valor final da fatura depende do consumo, dos tributos e de outras cobranças.

Para ilustrar o impacto, considere uma parcela tarifária de R$ 100, inteiramente sujeita ao novo índice. Com a atualização, o valor passaria para R$ 107,36, diferença de R$ 7,36.

Se essa parcela fosse de R$ 200, o novo valor seria de R$ 214,72. No caso de R$ 300, chegaria a R$ 322,08. Para uma parcela de R$ 400, o valor seria de R$ 429,44.

Os exemplos são simulações matemáticas e não representam uma previsão do valor final da fatura. A conta também pode incluir impostos, contribuição de iluminação pública e outros itens.

Além disso, o consumo de energia em quilowatts-hora (kWh) interfere diretamente no valor cobrado. Uma residência que aumenta a utilização de aparelhos elétricos poderá registrar uma despesa maior, mesmo sem outra alteração tarifária.

Equatorial explica por que a energia ficará mais cara

Em nota encaminhada ao Mais Goiás, a Equatorial Goiás afirmou que o reajuste tarifário anual faz parte do processo de atualização conduzido e aprovado pela Aneel.

Segundo a concessionária, os principais fatores responsáveis pelo aumento estão relacionados à geração de energia elétrica, especialmente ao uso de usinas termelétricas, e à atualização dos encargos setoriais.

De acordo com a Aneel, os principais fatores que contribuíram para o reajuste da tarifa foram o aumento nos custos de geração de energia, especialmente pelo uso de usinas termelétricas e a atualização dos encargos setoriais.

A distribuidora acrescentou que as tarifas de transmissão, responsáveis pelo transporte da eletricidade em alta tensão, também influenciaram o resultado.

Para onde vai o dinheiro pago na conta de luz?

A Equatorial Goiás apresentou uma divisão ilustrativa dos valores cobrados dos consumidores. Segundo a concessionária, de uma fatura de R$ 100, R$ 39,06 são destinados ao pagamento de tributos, como ICMS e PIS/Cofins.

Outros R$ 33,75 correspondem à compra e ao transporte de energia elétrica e aos encargos setoriais. Os R$ 27,19 restantes ficam com a distribuidora para custear a operação, a manutenção e os investimentos necessários ao funcionamento do sistema elétrico.

Famílias de baixa renda podem ter gratuidade

Consumidores enquadrados na Tarifa Social de Energia Elétrica possuem regras diferenciadas de cobrança. Desde julho de 2025, famílias que atendem aos critérios do programa têm gratuidade sobre os primeiros 80 kWh consumidos mensalmente.

Quando o consumo ultrapassa esse limite, a parcela excedente fica sujeita às tarifas aplicáveis. A medida atende famílias inscritas no Cadastro Único que cumprem os critérios de renda, além de determinados beneficiários do Benefício de Prestação Continuada (BPC) e outros grupos previstos na legislação.

Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.

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Redação Foco Goiás