Além disso, A crise no Paraguai devido ao colapso do banco digital Ueno Bank chegou no futebol. Dessa forma, um dos 2,9 milhões de correntistas da empresa era a Conmebol, que perdeu dinheiro com o caos de acordo com o jornal argentino Clarín.
Com isso, de acordo com o jornal argentino, a entidade mantinha cerca de 14 milhões de dólares (por volta de R$ 76,8 milhões) aplicados no Ueno em um depósito a prazo fixo antes da intervenção regulatória. Representantes da confederação declararam que o montante representa menos de 3% do faturamento atual da Conmebol e garantiram que os prêmios distribuídos na Libertadores e na Sul-Americana não serão comprometidos.
Neste momento, a Conmebol prepara as finais da Libertadores, que será disputada entre Palmeiras e Estudiantes, da Argentina, no dia 28 de novembro, e da Sul-Americana, que colocará frente a frente Boca Juniors, da Argentina, e Atlético-MG, no dia 21.
O título da Libertadores garante 25 milhões de dólares (R$ 129 milhões) ao campeão, além de presença no Intercontinental e no Mundial de Clubes de 2029. Já o campeão da Sul-Americana leva para casa 10 milhões de dólares (R$ 52,2 milhões) e uma vaga na próxima edição do principal torneio do continente.
Crise no Paraguai: Carta dos jogadores
Jogadores da seleção do Paraguai divulgaram uma carta em protesto ao caos econômico que o país vive nesta semana. O comunicado afirma que a crise afeta todos, mas que o foco deve ser a classe trabalhadora. Dentre as estrelas, o nome de maior destaque é o zagueiro Gustavo Gómez, do Palmeiras.
Neste momento, nossa maior preocupação não é conosco. Nossa prioridade absoluta deve ser a classe trabalhadora. Aqueles que tinham todas as economias de uma vida inteira investidas ali. As pessoas de menos recursos, que hoje estão em situação de total vulnerabilidade. São elas que mais precisam de apoio e que devem estar em primeiro lugar diante de qualquer medida a ser tomada
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