Sobre o tema envolvendo saudade da Libertadores, além disso, mais do que reviver seus dias de glória na Libertadores, Bernard mostra que sua importância para o Atlético-MG segue intacta. Dessa forma, O meia-atacante marcou no primeiro confronto da semifinal contra o Montevideo City Torque e colocou o Galo em posição favorável para avançar à final continental. Com isso, O jogo de volta está previsto para Montevidéu.
Na zona mista após a partida, Bernard classificou o resultado como “um resultado dos sonhos”. Mas fez questão de frear o entusiasmo. “Pezinho no chão, com humildade”, disse o jogador, alertando que o trabalho e o futebol precisam ser respeitados para que o clube chegue a mais uma decisão.
Sobre o lance do gol, Bernard explicou que tudo nasceu de uma leitura de jogo. Segundo ele, a jogada veio da antecipação para interceptar o primeiro passe do adversário.
Saudade da Libertadores: O moleque de 2013 de volta ao palco
A cena tem um peso especial para quem acompanha a história do clube. Bernard foi revelado nas categorias de base do Atlético-MG e se firmou no time profissional em 2012, ano em que o Galo foi vice-campeão brasileiro. Naquela época, dividia o ataque com nomes como Ronaldinho Gaúcho e Jô.
Em 2013, foi peça titular no time que conquistou de forma inédita a Copa Libertadores da América. Naquela campanha, marcou logo aos dois minutos da semifinal diante do Newell’s Old Boys, no Estádio Independência, contribuindo para a virada do Atlético na disputa de pênaltis.
O técnico Luiz Felipe Scolari chegou a apelidá-lo de “alegria nas pernas”, uma definição que o tempo não apagou.
Depois daquele título, Bernard passou mais de uma década atuando na Europa e nos Emirados Árabes Unidos antes de retornar a Belo Horizonte. Agora de volta ao Galo, ele próprio resumiu o que está sentindo: “Tô me sentindo aquele moleque de 19 anos, 20 anos quando jogou em 2013.”
Olho na volta
A classificação para a final ainda depende do segundo jogo, que será disputado em Montevidéu. Bernard tem consciência disso e, ao comentar sobre o grupo, citou nomes como Delfim, Victor Hugo, Reinier e Cuello como referências do coletivo, demonstrando confiança no elenco, mas reforçando a importância de manter a cautela.
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