Gustavo Gayer lidera articulações para aproximar a nova bancada do PL na Alego da base governista de Daniel Vilela. A movimentação encontra resistência interna do senador Wilder Morais, que defende a permanência do partido na oposição.
Sobre o tema envolvendo Daniel Vilela, além disso, O senador eleito Gustavo Gayer (PL) comanda um processo de aproximação da bancada eleita do PL para a Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) com o Palácio das Esmeraldas. Dessa forma, gayer, que é cotado para assumir a direção estadual da legenda após o segundo turno, já era defensor de uma aliança com a base governista para a eleição, mas foi vencido após Wilder Morais lançar-se candidato.
O PL elegeu cinco nomes para a Alego: Amauri Ribeiro, Lissauer Vieira, Coronel Urzeda, Eduardo Prado e Marquinho. Destes, Prado e Lissauer são tidos como mais avessos a uma relação mais próxima com Daniel Vilela (MDB). Amauri Ribeiro, por outro lado, já integra a base, enquanto Urzeda deu entrevistas em que não se opõe a um movimento de aproximação. Marquinho, por sua vez, é muito próximo a Gayer e segue as diretrizes do senador eleito.
O apoio de Daniel Vilela a Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno foi visto também como gesto de boa vontade do governo para com o partido e aproximou as partes.
No cabo de guerra interno, o senador Wilder Morais deseja que o partido permaneça na oposição. Logo depois de derrotado, inclusive, ele afirmou, em entrevista, que cobraria o what foi prometido por Daniel Vilela durante a campanha eleitoral. Muitos nomes do partido, porém, veem Gayer como sucessor de Wilder no comando do PL.
Daniel Vilela: Oposição na Alego
Para a próxima legislatura, os partidos de oposição elegeram 14 deputados na Alego. Se o PL, em bloco, migrar para a base governista, este número cai a nove, mas ainda há outros nomes que, embora eleitos por legendas de oposição, não devem atuar como vozes contra o governo na Casa.
Um dos casos é o de Romário Policarpo (Cidadania), por exemplo. O atual presidente da Câmara Municipal de Goiânia, inclusive, tratou da possibilidade de se filiar ao PL e tem convite de Gayer para o movimento.
Os dois deputados eleitos pelo Novo também são vistos como prováveis novos integrantes da base. Na eleição, a legenda apoiou a candidatura de Wilder Morais.
Há seis deputados eleitos tratados verdadeiramente como de oposição. Os dois do PSDB, José Machado e Gustavo Sebba, e os quatro do PT, Antônio Gomide, Fabrício Rosa, Bia de Lima e Kátia Maria.
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