Além disso, não deve prosperar o processo que pode levar o prefeito de Anápolis, Márcio Corrêa (PL), à expulsão do partido. Dessa forma, conforme apurado com um correligionário nesta quarta-feira (14), o senador eleito Gustavo Gayer (PL) deve assumir a presidência da sigla e enterrar o procedimento.
Com isso, O pedido de expulsão teve início após Corrêa declarar apoio à reeleição do governador Daniel Vilela (MDB). Após a situação, o PL abriu um procedimento ético-disciplinar, uma vez que o partido tinha o senador Wilder Morais (PL) como nome ao Palácio das Esmeraldas.
Daniel saiu vitorioso em primeiro turno e declarou apoio à eleição de Flávio Bolsonaro (PL) ao Planalto, sinalizando uma aproximação com o PL. De fato, uma ala da legenda defendia, desde o começo do ano, uma aproximação com a base governista.
Contexto e detalhes sobre Márcio Corrêa
O entendimento é que os números do partido seriam ainda melhores no Estado, caso a aliança tivesse ocorrido. O emedebista se reelegeu com quase 60% dos votos válidos, enquanto Wilder registrou 21,9%.
Na avaliação dessa fonte, Wilder sai enfraquecido, enquanto Márcio e Gayer fortalecidos. Corrêa, vale citar, recebeu declarações de apoios de correligionários, que criticaram o desentendimento durante a campanha.
O prefeito de Anápolis não fez campanha para Wilder, mas apoiava Gayer, Major Vitor Hugo (PL) — eleito deputado federal — e o presidenciável Flávio Bolsonaro (PL). Ele também defendia a candidatura de Amilton Filho (MDB) à Assembleia Legislativa. O parlamentar faleceu e foi substituído pela esposa, Carol do Amiltinho (MDB), que se tornou a mais votada para a Alego neste ano.
Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.
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