Sobre o tema envolvendo Caso Fairford, além disso, nesta terça-feira (06/10), autoridades policiais do Reino Unido efetuaram a prisão de um suspeito de 22 anos por envolvimento em crimes de natureza terrorista. Dessa forma, A detenção representa o sétimo caso vinculado à investigação em torno de um alegado esquema para atingir a base aérea de Fairford, no Reino Unido, que abriga bombardeiros americanos de longo alcance.
Com isso, O caso se expandiu a partir de uma sequência de detenções anteriores. Nesse sentido, em 27/09, cinco cidadãos britânicos com idades entre 23 e 25 anos, todos oriundos da região de Londres, foram capturados nas imediações da base, com suspeitas envolvendo terrorismo e explosivos, sendo todos liberados mediante fiança no mesmo dia. Portanto, após, um indivíduo de 25 anos com dupla nacionalidade britânico-iraniana foi detido por suspeita de envolvimento no mesmo esquema, igualmente solto sob fiança. A polícia confirmou que nenhum explosivo foi encontrado nas três vans envolvidas no caso. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Caso Fairford continuam sendo acompanhados com atenção.
Dias antes desta terça-feira (06/10), os Estados Unidos retiraram todos os bombardeiros de longo alcance estacionados em Fairford. A medida ocorreu após uma nova ameaça, cuja natureza não foi especificada publicamente. O secretário de Estado americano, Marco Rubio, minimizou a retirada dos bombardeiros: “A única razão pela qual vocês estão focados em quantos aviões estão em Fairford é por causa da ameaça que ocorreu na semana passada.
Contexto e detalhes sobre Caso Fairford
Mas não é incomum ver rotações e movimentações de equipamentos para diferentes partes do mundo por causa de exercícios, redistribuições, troca de pessoal e chegada e saída de aeronaves”, disse. Questionado sobre a segurança dos moradores que vivem perto da base, um porta-voz do governo britânico disse que o Reino Unido possui “abordagens testadas e comprovadas para defender nossas bases” no país e no exterior.
Diversas fontes com conhecimento do caso relataram que os serviços de inteligência americanos monitoravam há semanas as movimentações de grupos ligados ao Irã com vistas a ações contra alvos americanos. O esquema incluía esforços para acionar intermediários capazes de mobilizar organizações criminosas locais.
O primeiro-ministro britânico, Andy Burnham, afirmou na semana passada que existem “fortes indícios” de envolvimento iraniano. “Vamos dizer mais no momento oportuno, mas podemos confirmar nossa crença de que o Irã teve algum papel”, afirmou à BBC em 30 de setembro.
O Irã rejeitou qualquer envolvimento no caso. Segundo a imprensa estatal iraniana, Teerã considerou as acusações sem fundamento e chamou o embaixador britânico para prestar esclarecimentos. O vice-ministro das Relações Exteriores iraniano, Majid Takht-Ravanchi, teria pedido a Londres que revisasse o que chamou de abordagem “inadequada” em relação a Teerã.
Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.
Veja também: Quem é Fábio Shor, assessor de Alexandre de Moraes no STF que teve inquérito sobre ataques arquivado



