Sexta-feira, 9 de outubro de 2026
Cidades

Casal transforma área verde onde os filhos cresceram em área de preservação permanente, em Pirenópolis

Casal transforma área verde onde os filhos cresceram em área de preservação permanente, em Pirenópolis

Sobre o tema envolvendo Casal transforma, além disso, evandro Engel Ayer e Catarina Judite Schiffer se conheceram na Bélgica, mas foi em Pirenópolis que decidiram criar raízes. Dessa forma, eles compraram um terreno em 1975 e passaram a viver na fazenda em 1979. Com isso, ali, criaram os filhos, Uirá e Maíra, e tomaram uma decisão que atravessaria gerações: em 1990, destinaram 17 dos 46 hectares da propriedade à conservação permanente. Nesse sentido, A área se tornou a Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) Fazenda Vagafogo Boa Vista.

Portanto, A história da família faz parte oficialmente de uma iniciativa que reúne outras 19 reservas privadas da região. Em seguida, O Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima reconheceu, na quarta-feira (7), o Mosaico da Serra dos Pireneus, formado por 20 reservas particulares próximas a Pirenópolis. De acordo com as apurações, A medida cria uma estrutura de gestão conjunta e busca estimular ações coordenadas de conservação na região. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Casal transforma continuam sendo acompanhados com atenção.

Por outro lado, A decisão de proteger parte da propriedade começou a ganhar forma em 1989, quando o trabalho de conservação da Vagafogo passou a contar com apoio da Fundação Pró-Natureza (Funatura). No ano seguinte, 17 hectares foram destinados à criação da RPPN. Antes disso, Evandro e Catarina já viviam na fazenda e, durante cerca de dez anos, levaram produtos produzidos no local para vender em Brasília como forma de sustentar a família. Esse ponto reforça a repercussão gerada em torno de Casal transforma nos últimos dias.

Segundo o filho do casal, Uirá Ayer, foi durante essas idas à capital federal que os pais construíram uma clientela e conheceram pessoas que ajudaram a aproximá-los da Funatura. A organização orientou a família no processo de criação da reserva, que exigiu uma série de procedimentos burocráticos. Especialistas destacam que novas atualizações sobre Casal transforma devem surgir em breve.

A RPPN permite que o proprietário mantenha a titularidade da terra, mas estabelece que a área delimitada seja protegida permanentemente. A proteção continua mesmo se o imóvel for vendido. Dentro das regras da unidade, também são permitidas atividades como pesquisa científica, educação ambiental e visitação turística.

Casal transforma: Uma reserva que atravessou gerações

O casal criou os filhos na fazenda, e a relação da família com a conservação continuou nas gerações seguintes. Atualmente, Uirá, de 51 anos, administra a propriedade, que recebe visitantes e desenvolve atividades ligadas ao turismo e à gastronomia, com utilização de frutos do Cerrado e produtos produzidos no local.

A fazenda também desenvolveu uma linha própria de cerca de 80 produtos, elaborados com ingredientes da propriedade e do Cerrado. Segundo Uirá, os itens são comercializados exclusivamente na Vagafogo. O local oferece ainda uma experiência gastronômica em formato de brunch, com cerca de 50 itens e 14 harmonizações.

Os três filhos de Uirá também moram e trabalham na fazenda. Com isso, a propriedade se mantém como fonte de sustento para três gerações da família, que continuam ligadas tanto à conservação ambiental quanto às atividades econômicas desenvolvidas no local.

A história da reserva ganhou outro capítulo em 1992, quando o Centro de Visitantes foi inaugurado com a presença do príncipe Philip, então duque de Edimburgo. A estrutura foi criada para receber turistas sem concentrar o atendimento na casa da família e contou com apoio de instituições ligadas à conservação ambiental.

Passarelas foram construídas para organizar a circulação dos visitantes e reduzir os impactos nas áreas mais sensíveis da mata. Atualmente, a fazenda oferece trilhas interpretativas, áreas de descanso e pontos de banho natural, além de atividades de educação ambiental voltadas a escolas.

Gestão conjunta

Com o reconhecimento do mosaico, as reservas passam a contar com um Conselho Consultivo formado por gestores das unidades, representantes do poder público, instituições de ensino e organizações da sociedade civil. O colegiado deverá articular ações para a proteção dos recursos naturais e dos atributos ambientes, culturais e paisagísticos da região. Também poderá criar câmaras técnicas para discutir políticas públicas, estudos e medidas relacionadas à conservação da Serra dos Pireneus.

A presidência será exercida por um dos gestores das unidades que integram o mosaico, escolhido pelos próprios conselheiros. A iniciativa reúne propriedades que já mantinham áreas protegidas individualmente e cria uma estrutura para que elas possam atuar de maneira coordenada.

Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.

Veja também: Homem que invadiu escola em Senador Canedo estava bêbado e queria ver o filho, que não estava no local

Redação Foco Goiás