Sexta-feira, 23 de outubro de 2026
Ultimas Noticias

Câmera de escola flagra professora fazendo comentários racistas e políticos a crianças

Câmera de escola flagra professora fazendo comentários racistas e políticos a crianças

Sobre o tema envolvendo Câmera de escola, além disso, uma professora da rede municipal de Potirendaba (SP) foi afastada das atividades na quinta-feira (22/10) e está sob investigação da Polícia Civil por suspeita de racismo e crime eleitoral. Dessa forma, O caso veio à tona depois que a mãe de uma aluna procurou a prefeitura para relatar que a filha havia voltado da escola em estado de choro e medo. Com isso, A Delegacia Seccional de São José do Rio Preto (SP) instaurou inquérito para apurar os fatos.

Nesse sentido, A gravação que motivou a abertura do inquérito foi feita pela câmera de segurança da própria escola em 08/10, durante uma aula com crianças de 11 anos. Portanto, nas imagens, a docente faz comentários sobre o que aconteceria com os alunos caso um determinado candidato vencesse a eleição presidencial, citando a possibilidade de o país entrar em um regime ditatorial. Em seguida, em um trecho do vídeo, ela diz: “Se o nazismo acontecesse hoje, ou se algum governo com o qual a gente corre esse risco, né. A gente corre muito o risco de o país virar um fascismo”.

Em outro trecho do vídeo, a professora diz a um aluno: “Ia sobreviver pouca gente. Você ia morrer, pois você é parda […] Ela não, ele não, pois é loirinho de olho claro”. Quando o estudante pergunta se ele morreria, a docente responde: “Claro que iria, você está lá com um pezinho na senzala.”

Contexto e detalhes sobre Câmera de escola

Ao ser questionada sobre o significado do termo, a professora explica: “É onde você estava.. morava, né?”. Em seguida, acrescenta: “Mesma coisa. É o que o Flávio Bolsonaro e os Bolsonaros querem fazer. Então, a gente corre o risco de entrar em uma era dessa, só de brancos e ricos”.

A Polícia Civil investiga se as falas configuram racismo e crime eleitoral. Trata-se de uma investigação em andamento; não há confirmação de que os crimes foram cometidos.

A prefeita Gislaine Franzotti divulgou a denúncia nas redes sociais após a mãe da aluna procurar a administração municipal. A Prefeitura de Potirendaba informou que adotou medidas administrativas para apurar a conduta da servidora e afirmou não compactuar com discriminação ou com condutas que provoquem constrangimento e sofrimento emocional aos estudantes.

Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.

Veja também: Flamengo perde para o Estudiantes nos pênaltis e está fora da Libertadores

Redação Foco Goiás