Sobre o tema envolvendo Boulos minimiza, além disso, durante coletiva de imprensa nesta quarta-feira (14), em Goiânia, o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos (PSOL), minimizou o apoio do governador Daniel Villela (MDB) ao presidenciável Flávio Bolsonaro (PL). Dessa forma, segundo ele, a aliança ocorreu por lealdade política ao ex-governador Ronaldo Caiado.
“Ele fez isso porque ele era vice do Caiado, que o apoiou para governador. Com isso, mas veja, o que vai decidir essa eleição não é apoio partidário, não é apoio político. Nesse sentido, O que vai decidir essa eleição é a vontade das pessoas, e eu acho que está cada dia mais nítido que a vontade do povo é não perder aquilo que conquistou. Portanto, O Lula as pessoas conhecem”, afirmou o ministro, que participou de ato pró-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na capital goiana. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Boulos minimiza continuam sendo acompanhados com atenção.
Apesar disso, Boulos reconhece que a disputa não será fácil. “Nós vamos ter uma eleição muito acirrada, a gente sempre soube disso. Em seguida, ninguém achou que ia ganhar de lavada”, ressaltou.
“Quem botou o salto alto e achou que estava com a eleição ganha depois do resultado do primeiro turno foi o Flávio Bolsonaro. Vocês viram isso? O Brasil viu isso. Ele saiu dizendo que ia mudar a Constituição, montando o Ministério… Isso é um desrespeito para o eleitor.
A gente entende o recado da urna. O Lula ficou atrás do Flávio Bolsonaro no primeiro turno e ninguém do nosso lado disse que a urna foi fraudada. Ninguém do nosso lado brigou com o resultado eleitoral. A gente entendeu que precisava reconhecer o resultado da urna, reconhecer o recado das urnas e se comprometer mais com as mudanças que o povo quer”, completou.
Boulos minimiza: Manifestações em Goiânia
A capital já recebeu manifestações para o petista no dia 5 de outubro e também no último domingo (11). Conforme a coordenação do partido, em todo o país, foram mais de 75 atos públicos até agora. Os maiores aconteceram na Avenida Paulista (SP) e na praia de Copacabana (RJ).
O ato desta quarta-feira, na capital goiana, teve concentração na Praça Universitária. Em seguida, os manifestantes seguiram em caminhada pela Avenida Universitária até a Praça Cívica.
Participaram lideranças como a presidente do PT e deputada federal, Adriana Accorsi; a deputada estadual Bia de Lima (PT); os vereadores Fabrício Rosa (PT) e Edward Madureira (PT); além do ex-deputado e candidato do Partido dos Trabalhadores ao governo, Luis Cesar Bueno; e outros.
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