Sobre o tema envolvendo Áudios apontam, além disso, mensagens de áudio que circularam nas redes sociais indicam que integrantes do Sindicato dos Rodoviários de Salvador teriam recebido instruções para colocar adesivos de propaganda do PT nos ônibus da capital baiana no segundo turno das eleições. Dessa forma, A distribuição do material é apontada como um dos motivos para a retenção de veículos nas garagens das empresas de transporte, levantando suspeitas de crime eleitoral e investigação sobre a redução da oferta de transporte público.
Com isso, nos arquivos divulgados, a voz responsável pelas orientações é atribuída a Fábio Primo, presidente interino do sindicato. Nesse sentido, ele menciona a quantidade limitada de adesivos e recomenda que o material seja colocado somente nos veículos que efetivamente sairiam das garagens.
“Não tem material suficiente para todos os carros, então, quando chegar, temos que pegar na mão do operador o número dos carros que vão sair, para a gente colar apenas nos carros que vão sair, até porque eles não colocam 100% da frota”, afirma o homem na gravação.
Contexto e detalhes sobre Áudios apontam
Portanto, em outro trecho, a voz reforça a necessidade de participação dos envolvidos na distribuição dos adesivos: “Temos que pegar o material. O momento é crucial. Não existe outra alternativa, então todo mundo tem que se doar um pouco”.
Em nota, a entidade classificou como “inadmissível distorcer os acontecimentos para construir uma narrativa que responsabilize a entidade sindical, desviando o foco das circunstâncias efetivas que levaram à retenção dos ônibus”. O sindicato declarou que não aceitará acusações infundadas nem tentativas de deslegitimar sua atuação, defendendo uma investigação séria e transparente.
A Procuradoria-Geral do Estado (PGE) encaminhou uma queixa-crime ao Ministério Público Federal (MPF), incluindo o áudio entre os elementos apresentados no processo. A redução da frota durante o segundo turno também motivou vereadores em Salvador a solicitarem a abertura de uma investigação na Câmara Municipal para apurar eventuais irregularidades na operação do transporte público no dia da votação.
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