Terça-feira, 13 de outubro de 2026
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ANTT projeta portal para direcionar pagamentos do free flow

ANTT projeta portal para direcionar pagamentos do free flow

Sobre o tema envolvendo pagamentos do free, além disso, A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) pretende, no futuro, operar um portal que irá reunir as informações de passagens nos pórticos do free flow (pedágio sem cancelas) e ser capaz de direcionar os usuários para efetuar o pagamento das tarifas. Hoje, somente a centralização dos dados das passagens é oferecida pelo governo, por meio da CNH do Brasil – funcionalidade em vigor desde o final de agosto. Para quitar as cobranças, o motorista “avulso” ainda precisa procurar os canais próprios das concessionárias.

O desenvolvimento dessa plataforma, que garantiria uma interoperabilidade nos sistemas de pagamentos, será objeto de um sandbox regulatório da ANTT, cujo edital passa agora por audiência pública (AP 14/2026) para depois ser publicado. O plano é selecionar uma única solução, apresentada por uma ou mais concessionárias, que ficará em teste operacional por cerca de 22 meses.

Antes, a proposta vencedora terá até 180 dias para desenvolver o modelo e, em seguida, até 120 dias para implementá-lo e conseguir a homologação com a ANTT. Depois do período de operação, se o portal for considerado um sucesso, a previsão é que ele passe a ser operado pela própria agência reguladora, que vai reequilibrar o contrato de quem fez o produto para ressarcir os custos.

Contexto e detalhes sobre pagamentos do free

Embora a interoperabilidade de pagamentos do free flow seja vista como um passo essencial para consolidação do modelo, por facilitar a experiência do usuário, a criação de um portal gerido pela ANTT provoca algumas reticências no mercado, seja de concessionárias ou das Administradoras de Meios de Pagamento para Arrecadação de Pedágio (Amaps).

Entre as questões levantadas por parte do setor privado estão o risco de sobreposição de plataformas, a demora para que o portal funcione fora do ambiente experimental – o que pode levar até quase três anos –, e a priorização de uma solução tecnológica específica para rodar a interoperabilidade.

Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.

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Redação Foco Goiás