Sobre o tema envolvendo R 144, além disso, em São Paulo, o segmento de lajes corporativas de alto padrão encerrou o terceiro trimestre de 2026 com dois recordes simultâneos: a absorção líquida atingiu 118 mil metros quadrados (o melhor desempenho trimestral já registrado pela Newmark em sua série histórica) enquanto o preço médio pedido de aluguel chegou a R$ 144,49 por metro quadrado.
Dessa forma, comparado ao mesmo período de 2025, quando a média era de R$ 122,28 por metro quadrado de acordo com a Binswanger Brazil, o valor representa uma elevação de 18,2%. Com isso, olhando para um horizonte mais longo, a valorização nominal acumulada em dois anos chega a 23,5%: no terceiro trimestre de 2024, o metro quadrado era cotado a R$ 117.
R 144: Pinheiros lidera a ocupação
Pinheiros liderou a demanda por novos espaços no período. Conforme a Newmark, o bairro respondeu por 41% de todo o volume absorvido na cidade, com 49 mil metros quadrados ocupados. Entre as demais regiões que registraram movimentação expressiva estão Berrini, Chácara Santo Antônio, Barra Funda e Marginal Pinheiros.
Segundo a Binswanger Brazil, dois vetores explicam o crescimento da demanda: o retorno ao trabalho presencial e a ampliação das operações empresariais.
Vacância cai no ano, mas sobe no trimestre
A taxa de vacância (parcela dos espaços disponíveis sem ocupante) ficou em 14,8% no terceiro trimestre de 2026, conforme a Newmark. O número representa uma redução de 2,5 pontos percentuais na comparação com o mesmo período de 2025, sinal de que mais espaços foram absorvidos ao longo do ano.
No entanto, em relação aos três meses anteriores, a vacância subiu 0,5 ponto percentual. Isso indica que novos espaços entraram no mercado no período, mesmo com a demanda em alta.
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