Rivalidade Ardente: Hudson Williams vira febre e revela “tom triste” para 2ª temporada
Hudson Williams chegou ao Toronto International Film Festival (TIFF) nesta quinta-feira (17/09) e causou um caos. O ator foi tema do painel Making Waves With… Hudson Williams, que gerou fila de quatro quarteirões pelas ruas de Toronto segundo a imprensa que estava no local.
O ator de 25 anos tem motivo de sobra para atrair multidões. Uma das estrelas da série Rivalidade Ardente, fenômeno de audiência e de público, ele também levou o prêmio de Melhor Desempenho em Série Dramática no Canadian Screen Awards, tornando-se o mais jovem vencedor da categoria.
O fenômeno de Rivalidade Ardente
A série de romance gay estreou em novembro de 2025 no canal canadense Crave, chegando posteriormente à HBO Max. A série é adaptada de Game Changers (ou Virada de Jogo), saga de romances da escritora Rachel Reid. Dirigida por Jacob Tierney, a trama acompanha uma história romântica de uma década entre dois jogadores de hockey de times rivais, Shane (Williams) e Ilya (Connor Storrie).
Alçada ao título de um dos maiores fenômenos da história da HBO, Heated Rivalry chega à segunda temporada já em 2027, com lançamento previsto para os meses de março a junho, primavera americana. No novo ano, o público vai conhecer uma nova história, paralela à do primeiro ano, com a chegada de Troy (Charlie Gillespie) e Harris (Justice Smith).
O que vem por aí na segunda temporada
Durante a conversa no TIFF, Williams adiantou que o segundo livro da saga tem um tom triste. “Se o livro e a temporada 1 são sobre os anseios, o livro e a temporada 2 são sobre a adversidade externa e problemas de comunicação interpessoal que parecem muito reais e humanos”, adiantou o ator.
Ainda durante o papo, Williams descreveu Shane como alguém que nunca se permitiu ser vulnerável, e refletiu sobre os dilemas internos enfrentados pelo atleta. “Estava claro para mim que ele nunca se permitiu estar vulnerável na frente de outra pessoa quando o assunto é aquilo que o persegue e que o assombra há uma década”, refletiu.
“Só de poder interpretar o Shane — e ter de lidar com a frustração e o incômodo de encerrar as gravações com coisas não ditas — já vai ser algo intenso”, continuou, sobre os desafios do segundo ano. “Mas tomara que isso renda uma boa televisão.”
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