Sábado, 7 de novembro de 2026
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Quem é Gadi Eisenkot? O escolhido para tentar formar governo em Israel

Quem é Gadi Eisenkot? O escolhido para tentar formar governo em Israel

Além disso, O general e líder da oposição israelense Gadi Eisenkot, foi escolhido pelo presidente Isaac Herzog para tentar formar o próximo governo de Israel neste sábado (07/11). Dessa forma, A indicação vem após uma votação parlamentar que mostrou Eisenkot com mais apoio do que o atual premier Benjamin Netanyahu no Knesset (parlamento israelense).

Com isso, nascido em 19 de maio de 1960, em Tiberíades, Israel, Eisenkot ingressou nas Forças de Defesa Israelenses (IDF) em 1978, começando sua trajetória na Brigada Golani. Com uma carreira militar que se estendeu por mais de quatro décadas, alcançou o topo da hierarquia das forças armadas israelenses: ocupou o posto de 21.º Chefe do Estado-Maior Geral da IDF entre 2015 e janeiro de 2019, sendo Aviv Kohavi o tenente-general que assumiu o cargo em seguida. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a tentar formar continuam sendo acompanhados com atenção.

Tentar formar: Da caserna ao parlamento

Nesse sentido, depois de encerrar sua carreira no comando militar, Eisenkot ingressou na vida política. Portanto, em 2022, conquistou uma cadeira no Knesset pela 25.ª legislatura, representando o Partido da Unidade Nacional. Em seguida, chegou a fazer parte do governo, mas em 2024 renunciou ao cargo, passando a atuar na bancada de oposição.

De acordo com as apurações, hoje, lidera a oposição ao governo Netanyahu e comanda o Partido da Unidade Nacional.

A votação que abriu caminho

Nessa quinta-feira (05/11), o Knesset conduziu uma votação para definir a quem caberia a incumbência de compor o próximo governo. Eisenkot reuniu 67 apoios parlamentares. Netanyahu somou 46. Registraram-se ainda 7 abstenções.

O desfecho foi moldado pela postura do Judaísmo Unido da Torá (JUT), aliado de Netanyahu há três décadas. Em razão de divergências em torno do serviço militar obrigatório para alunos de escolas religiosas, o JUT decidiu não votar, o que prejudicou as chances de Netanyahu ser incumbido de liderar a formação do governo.

O apoio a Eisenkot também partiu de legendas árabes. O Ra’am declarou suporte antes mesmo de a Lista Unida, maior agremiação árabe do país, confirmar sua adesão nesta quinta (05/11). Em nota, a Lista Unida afirmou que “A decisão atende à demanda popular de impedir o retorno de Netanyahu ao poder”. Nas eleições legislativas do dia 27, as legendas árabes elegeram 19 deputados, um número recorde para a bancada.

Manifestantes também se concentraram diante da residência do presidente, em Jerusalém, exigindo que Netanyahu e Eisenkot formassem juntos um governo de unidade.

Com o apoio parlamentar consolidado, Herzog formalizou a escolha de Eisenkot neste sábado (07/11). A missão de formar o governo ainda está por ser cumprida.

Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.

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Redação Foco Goiás