Sábado, 7 de novembro de 2026
5 mil casos

Com quase 5 mil casos, pedreiros lideram acidentes de trabalho em Goiás

Com quase 5 mil casos, pedreiros lideram acidentes de trabalho em Goiás

Sobre o tema envolvendo quase 5, além disso, goiás registrou 4.939 acidentes de trabalho envolvendo pedreiros entre janeiro de 2023 e maio de 2026. Dessa forma, A categoria ocupa o primeiro lugar no ranking das dez profissões com mais ocorrências no Estado, à frente dos motociclistas que trabalham com entregas, que somaram 2.512 registros. Com isso, os dados são do levantamento da Associação Nacional de Medicina do Trabalho (ANAMT), com base em notificações do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), do Ministério da Saúde. Nesse sentido, juntas, as dez ocupações com mais registros acumulam 20.265 acidentes no período.

Portanto, O número de ocorrências entre pedreiros chama atenção também quando analisado o cenário da construção civil. Em seguida, segundo o Sindicato da Indústria da Construção no Estado de Goiás (Sinduscon-GO), a taxa de acidentes no setor é de aproximadamente quatro vezes maior que a média das demais profissões goianas. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a quase 5 continuam sendo acompanhados com atenção.

De acordo com as apurações, segundo o sindicato, quedas e choques elétricos estão entre os acidentes mais frequentes nos canteiros de obras. Para a entidade, os dados reforçam a necessidade de medidas permanentes de prevenção e segurança durante a execução dos serviços. Esse ponto reforça a repercussão gerada em torno de quase 5 nos últimos dias.

Contexto e detalhes sobre quase 5

O Sinduscon-GO destaca que o volume de acidentes também precisa ser considerado em relação ao número de trabalhadores do setor. Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), do IBGE, referentes a 2025, apontam que a construção civil emprega aproximadamente 316 mil pessoas em Goiás. O contingente representa 8,2% dos trabalhadores do Estado.

Na comparação com os dez estados brasileiros com maior número de notificações, Goiás aparece na sexta posição, com cerca de 58 registros por 10 mil trabalhadores ao ano. A média entre os estados analisados é de 55 ocorrências na mesma proporção.

Outro ponto observado pelo sindicato é a idade dos profissionais envolvidos nos acidentes. Um terço dos pedreiros acidentados tem mais de 50 anos. Entre os serventes de obras, mais da metade tem menos de 35 anos.

Principais pontos e impactos da decisão

Para o sindicato, os perfis indicam a necessidade de ações de prevenção diferentes para cada grupo. No caso dos trabalhadores mais experientes, é preciso considerar o desgaste físico acumulado ao longo dos anos. Já entre os mais jovens, a capacitação e a orientação sobre os riscos da atividade são aspectos importantes.

A entidade informa ainda que acompanha dados do Sinan, do Ministério da Saúde, do IBGE e das Comunicações de Acidente de Trabalho (CAT), da Previdência Social. As iniciativas de prevenção são realizadas em parceria com o Serviço Social da Indústria da Construção no Estado de Goiás (Seconci-GO), com participação de empresas e trabalhadores.

O segundo lugar do ranking é ocupado pelos motociclistas responsáveis pelo transporte de documentos e pequenos volumes, com 2.512 notificações.

A diferença em relação aos pedreiros pode estar relacionada também a forma como os acidentes são registrados já que trabalhadores da construção civil geralmente estão vinculados a empresas que contam com equipes de saúde e segurança. Essa estrutura facilita a identificação e a comunicação dos acidentes aos órgãos responsáveis.

Entre os entregadores parte das ocorrências pode aparecer apenas nas estatísticas de trânsito, sem ser identificada como acidente durante o exercício profissional.

Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.

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Redação Foco Goiás