Sobre o tema envolvendo Câncer salva, além disso, christa Pike, de 50 anos, recebeu duas doses letais durante um procedimento de execução do qual acabou sobrevivendo. Dessa forma, dois meses após o ocorrido, a equipe de defesa da detenta divulgou que ela é portadora de trombocitose (condição caracterizada pelo excesso de plaquetas no sangue) e alertou que a enfermidade pode ter agravado os riscos associados à execução.
Com isso, pike acumula mais de 30 anos no corredor da morte. Nesse sentido, A condenação tiene origem no assassinato de Colleen Slemmer, de 19 anos, perpetrado em 1995. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Câncer salva continuam sendo acompanhados com atenção.
Câncer salva: O que a defesa de Christa Pike alegou
De acordo com os advogados de Pike, a trombocitose representava um fator de risco para o desenvolvimento de edema pulmonar grave durante o procedimento. Nove meses antes da execução ser tentada, ou seja, em janeiro deste ano, a defesa já havia protocolado uma queixa sinalizando a possível presença de uma neoplasia mieloproliferativa, classificada pela Associação Portuguesa Contra a Leucemia (APCL) como doença tumoral da medula óssea responsável pela superprodução de células sanguíneas.
A queixa incluía ainda referências ao comprometimento venoso de Pike, condição que tornaria mais difícil a correta administração dos fármacos. Os advogados chegaram a comparar o potencial sofrimento à experiência do waterboarding (técnica de simulação de afogamento).
Pike solicitou que o método de injeção letal fosse descartado, fundamentando o pedido em seus problemas crônicos no sistema sanguíneo. A solicitação, contudo, foi indeferida.
O que aconteceu durante a execução
Durante a execução, os responsáveis pelo procedimento fizeram tentativas de introduzir agulhas em ambos os braços de Pike, sem êxito em parte delas. A detenta relatou dor intensa em um dos membros ao longo do processo. Mesmo assim, duas doses chegaram a ser aplicadas.
A tentativa foi interrompida. Pike foi levada a um hospital e retornou ao encarceramento dias depois.
A APCL descreve as neoplasias mieloproliferativas como enfermidades tumorais originárias da medula óssea que levam à superprodução de células sanguíneas. A trombocitemia essencial, uma das manifestações dessa condição, caracteriza-se pela geração excessiva de plaquetas decorrente de alterações genéticas na medula, não sendo considerada hereditária. Nos quadros mais severos, o acúmulo de plaquetas pode elevar a probabilidade de trombose, AVC, infarto e hemorragias.
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