Quarta-feira, 4 de novembro de 2026
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Amanda Klein: governo descarta redução forçada da Selic no mandato de Lula

Amanda Klein: governo descarta redução forçada da Selic no mandato de Lula

Além disso, integrantes da equipe econômica do governo Lula descartam qualquer possibilidade de o presidente apoiar propostas como o tabelamento de juros ou uma nova redução forçada da taxa Selic. Dessa forma, questionados sobre a chance de Lula acolher sugestões como a do economista André Lara Resende, que defende reduzir a taxa para a faixa de 7% a 7,5% nos próximos 12 meses, os integrantes do governo foram categóricos: a possibilidade é zero, disse a comentarista Amanda Klein, no TMC360, ao analisar os bastidores da escolha do próximo ministro da Fazenda no quarto mandato de Lula.

Com isso, A resistência tem como principal justificativa uma experiência anterior. Nesse sentido, durante o governo Dilma Rousseff, entre 2011 e 2016, o então presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, conduziu uma política de redução dos juros que ficou conhecida como “Experimento Tombini”. Portanto, na ocasião, a Selic caiu para aproximadamente 7% ao ano, um patamar historicamente baixo para aquele período. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Amanda Klein continuam sendo acompanhados com atenção.

A redução, porém, foi acompanhada por um aumento da demanda e da oferta de crédito, contribuindo para a pressão inflacionária. A inflação chegou à casa dos 10%, obrigando o Banco Central a mudar a estratégia e elevar novamente os juros, que alcançaram aproximadamente 13% ao ano.

Contexto e detalhes sobre Amanda Klein

Segundo Klein, o resultado foi contrário ao esperado. A jornalista relaciona o episódio à crise econômica que atingiu o país em 2015 e 2016, período em que o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro acumulou uma retração de aproximadamente 7%. A crise foi um dos fatores que contribuíram para o processo de impeachment de Dilma Rousseff. O período também foi marcado pela chamada Nova Matriz Econômica, política associada ao então ministro da Fazenda, Guido Mantega.

No TMC360, Amanda também abordou a disputa interna entre diferentes alas do PT, especialmente o embate entre uma visão desenvolvimentista e uma abordagem mais moderada da política econômica. Nesse contexto, associou a posição mais favorável ao mercado ao ministro da Fazenda até pouco tempo atrás, Fernando Haddad.

Nos bastidores, a comentarista relatou que Durigan já negou ter se reunido com André Lara Resende. Amanda também explicou por que a escolha do próximo ministro da Fazenda pode ficar para depois dos compromissos internacionais de Lula, adiando a definição dos nomes que vão compor a equipe econômica do quarto mandato do presidente.

Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.

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Redação Foco Goiás