Sábado, 31 de outubro de 2026
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Protestos contra custo de vida se espalham pela Europa e França mobiliza 70 mil policiais

Protestos contra custo de vida se espalham pela Europa e França mobiliza 70 mil policiais

Além disso, A França acionou um efetivo de 70 mil policiais e agentes de segurança para atuar diante do risco de novos confrontos. Dessa forma, A decisão foi tomada após 410 mil pessoas terem saído às ruas do país no fim de semana precedente, de acordo com o The Guardian. Com isso, A onda de protestos, motivada pela alta do custo de vida e pela deterioração dos serviços públicos, já extrapolou as fronteiras francesas e se espalhou por outras nações europeias.

Nesse sentido, na Alemanha, o movimento Gen Z Regelt organizou manifestações em Berlim, Frankfurt, Munique e outras 34 cidades ao todo. Portanto, segundo a Reuters, somente nessas três metrópoles foram registrados aproximadamente 18 mil manifestantes. Em seguida, em Berlim, o policiamento contou com 1.500 agentes. Estabelecimentos comerciais anteciparam o fechamento e protegeram suas vitrines. Os protestos transcorreram em grande parte sem incidentes, com exceção de Hamburgo, onde barricadas foram ateadas em chamas.

Custo de vida: Violência na Alemanha deve ficar abaixo da França

O sociólogo Sebastian Koos, da Universidade de Konstanz, avaliou, em entrevista à DW, que os protestos alemães dificilmente atingirão o mesmo nível de violência registrado na França. A avaliação é dele e não representa consenso acadêmico.

Greve geral na Itália e confrontos em Roma

Na Itália, uma greve geral convocada por um sindicato mobilizou estudantes e trabalhadores em mais de 40 cidades do país. Entre as pautas centrais estavam a demanda por reajustes salariais e a oposição ao aumento dos gastos militares.

Em Roma, oito pessoas foram detidas pela polícia após embates nas imediações do Parlamento. Canhões de água foram acionados contra os manifestantes, e lixeiras foram incendiadas nas proximidades do Coliseu. Turim também registrou o uso de canhões de água pelas autoridades, enquanto em Milão grupos de manifestantes chegaram a bloquear vias públicas.

Protestos em outros países

Espanha, Portugal e Albânia também registraram protestos nas últimas semanas, com pautas centradas em moradia e serviços públicos. A crise na educação e a falta de perspectivas para o futuro estão entre as principais queixas dos jovens alemães. “O que nos une é que perdemos a paciência com o sistema educacional. Muitos jovens estão profundamente frustrados”, afirmou à DW Quentin Gärtner, estudante de 19 anos.

Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.

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Redação Foco Goiás