Goiânia alcançou a 110ª posição no indicador ambiental do Global Cities Index 2026, ficando à frente de metrópoles globais como Nova York e Tóquio. O resultado reflete políticas municipais voltadas à sustentabilidade, redução de emissões e enfrentamento de mudanças climáticas.
Sobre o tema envolvendo Goiânia supera, além disso, goiânia conquistou a 110ª posição no indicador ambiental do Global Cities Index 2026, ranking elaborado pela consultoria britânica Oxford Economics que avalia mil cidades ao redor do mundo. No levantamento, a capital goiana ficou à frente de metrópoles como Nova York, Boston, Dallas e Tóquio, além de superar 11 das 29 cidades brasileiras incluídas no estudo.
Dessa forma, O Global Cities Index considera cinco eixos socioeconômicos: economia, renda per capita, qualidade de vida, meio ambiente e governança. Com isso, na categoria ambiental, são analisados aspectos relacionados à capacidade das cidades de enfrentar as mudanças climáticas. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Goiânia supera continuam sendo acompanhados com atenção.
Entre os critérios utilizados estão qualidade do ar, intensidade das emissões de dióxido de carbono (CO₂), exposição a desastres naturais, anomalias de temperatura e índices de precipitação de chuvas. Esse ponto reforça a repercussão gerada em torno de Goiânia supera nos últimos dias.
Para o gerente de Mudanças Climáticas da Agência Municipal do Meio Ambiente (Amma), Gabriel Tenaglia, a posição de Goiânia demonstra os resultados das políticas ambientais adotadas pelo município.
Esse número isolado diz muito. Em um ranking global que mede indicadores vitais como qualidade do ar e exposição a desastres naturais, Goiânia está à frente de metrópoles mundiais no desempenho ambiental
Goiânia supera: Políticas climáticas e redução de emissões
O resultado também está relacionado a iniciativas recentes da administração municipal. Em 2026, Goiânia recebeu uma medalha do Pacto Global de Prefeitos pelo Clima e Energia (GCoM) por cumprir etapas consideradas fundamentais para a redução das emissões de gases de efeito estufa (GEE).
Entre as ações estão a elaboração do inventário municipal de emissões, a definição de metas de redução e a criação de planos de ação climática.
A capital também integra o Programa Cidades Verdes Resilientes (PCVR), do Governo Federal, que oferece financiamento e suporte técnico para projetos voltados à sustentabilidade e à adaptação das cidades às mudanças climáticas.
As informações utilizadas na avaliação ambiental de Goiânia foram consolidadas a partir de dados do PCVR, do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), da plataforma City Climate Change, do C40 Cities e do GCoM, além de informações da organização global CDP.
Gabinete de Crise Climática monitora áreas de risco
No âmbito municipal, uma das iniciativas voltadas ao enfrentamento de eventos climáticos extremos é o Gabinete de Crise Climática, criado em 2025. O grupo atua no monitoramento de áreas de risco, no fechamento preventivo de vias e na resposta a ocorrências provocadas por chuvas intensas.
Segundo Tenaglia, a classificação internacional reflete o trabalho desenvolvido pela administração municipal para ampliar a capacidade de resposta da capital aos desafios ambientais.
Essa classificação é prova de trabalho duro e de decisão política. As ações que estamos conseguindo realizar são para construir uma Goiânia mais justa, mais verde e mais resiliente
Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.
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