Sobre o tema envolvendo 55 bilhões, além disso, A corretora Binance, líder global no mercado de criptomoedas, sofreu uma invasão cibernética na quinta-feira (29/10). Dessa forma, os prejuízos são calculados em aproximadamente US$ 5,5 bilhões, cifra que, caso seja confirmada, colocaria o episódio como o maior furto de criptoativos já registrado.
Com isso, imediatamente após o incidente, a exchange interrompeu os saques de moedas digitais. Nesse sentido, em comunicado oficial, a Binance garantiu que os recursos dos clientes permanecem protegidos, acrescentando que as retiradas voltarão a funcionar após a resolução das falhas de segurança identificadas. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a 55 bilhões continuam sendo acompanhados com atenção.
55 bilhões: Congelamento de fundos
Portanto, changpeng Zhao (CZ), fundador da Binance, prestou agradecimentos públicos à Tether e à Circle pelo bloqueio de parte dos ativos subtraídos. Em seguida, de acordo com CZ, US$ 971 milhões foram congelados pela Tether, enquanto a Circle imobilizou US$ 823 milhões.
O número da Tether, porém, é maior segundo a própria empresa. Paolo Ardoino, CEO da Tether, informou em postagem no X que o valor congelado pela companhia chegou a US$ 1,567 bilhão.
Na mesma data, a Polymarket, plataforma voltada a mercados de previsão, registrou uma invasão separada. Os recursos desviados nesse caso foram estimados em US$ 2,5 milhões.
Prazo regulatório no Brasil
O episódio acontece em um momento sensível para a Binance no Brasil. Na sexta-feira (30/10), encerra-se o prazo definido pelo Banco Central (BC) para que companhias que atuam com criptoativos solicitem autorização para funcionar na categoria regulatória de Prestadora de Serviços de Ativos Virtuais (PSAV), criada pelo BC para exchanges e empresas similares. A norma havia sido publicada pela autarquia no ano anterior.
Organizações que não conseguirem a autorização ficarão impedidas de continuar suas atividades e serão enquadradas como irregulares, conforme estabelecido pelas autoridades brasileiras.
O pedido de licença junto ao BC já foi protocolado pela Binance. Thiago Sarandy, diretor-geral da companhia no Brasil, declarou que a exchange se encontra preparada para operar sob regulação e supervisão do BC.
Planos de expansão no Brasil
Mesmo diante do ataque, a Binance não abandona suas ambições no mercado nacional. Sarandy sinalizou que o objetivo da empresa é evoluir até se consolidar como uma plataforma financeira completa no país.
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Entre as novidades previstas estão boletos, portabilidade, transferência internacional e câmbio (FX) dentro da área de pagamentos, em breve, segundo Sarandy. Em agosto, a Binance já havia anunciado que liberaria a negociação de ações e ETFs (fundos negociados em bolsa) para usuários brasileiros.
Setor sob pressão
O ataque à Binance não é um caso isolado. No mês passado, a corretora Bitget foi alvo de um cibercrime que resultou no desvio de US$ 351,6 milhões.
Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.
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