Quinta-feira, 29 de outubro de 2026
arquitetura portuguesa

Prédio inspirado na arquitetura de Portugal abriu mão de salão de festas para ampliar garagem, em Goiânia

Prédio inspirado na arquitetura de Portugal abriu mão de salão de festas para ampliar garagem, em Goiânia

Sobre o tema envolvendo na arquitetura, além disso, quem passa pela esquina da Rua 3 com a Avenida Assis Chateaubriand, no Setor Oeste, em Goiânia, encontra um prédio que lembra as construções tradicionais de Portugal. Dessa forma, azulejos decorados, janelas em arco e sacadas de ferro trabalhado dão ao Residencial Vila Rica uma aparência diferente da maioria dos edifícios da região. Por trás da fachada, porém, existe uma história ainda mais curiosa: segundo um documento judicial, o condomínio desativou seu salão de festas e passou a utilizar o espaço para oferecer uma segunda vaga de garagem aos apartamentos.

Com isso, O edifício pertence a uma geração de construções com unidades amplas, poucos vizinhos por andar e ambientes internos bem divididos. Nesse sentido, uma avaliação imobiliária judicial descreve seis pavimentos habitáveis, dois apartamentos por andar e dois elevadores originais. Portanto, A unidade analisada tem 219,72 metros quadrados de área privativa, dimensão que ajuda a entender um modelo de moradia em que salas, quartos e áreas de serviço ocupavam espaços separados. O documento estima a idade da construção em cerca de 40 anos, mas não estabelece sua data exata de inauguração.

A identidade arquitetônica do Residencial Vila Rica aparece principalmente na fachada. Os revestimentos cerâmicos com desenhos em azul e branco remetem à tradição dos azulejos portugueses. As janelas em arco, os pequenos balcões e os gradis de ferro acrescentam elementos ornamentais pouco comuns nas fachadas de vidro e linhas retas de muitos empreendimentos contemporâneos.

Contexto e detalhes sobre na arquitetura

A informação sobre a antiga área de convivência aparece em uma avaliação judicial do apartamento 101, relacionada ao processo nº 0097178-13.2013.8.09.0051, da 7ª Vara Cível de Goiânia. A ação envolve a Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil (Previ) e os proprietários da unidade. Durante a perícia, o proprietário informou que o edifício possuía um salão de festas posteriormente desativado para disponibilizar uma segunda vaga de garagem aos apartamentos.

O documento não esclarece quando ocorreu a alteração, quantas vagas foram criadas ou se a decisão foi aprovada em assembleia, mas o episódio ilustra como as necessidades de estacionamento passaram a influenciar a organização dos condomínios. A transformação reflete uma mudança mais ampla na arquitetura residencial e na forma como o planejamento urbano equilibra necessidades individuais e áreas coletivas ao longo das décadas.

Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.

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Redação Foco Goiás