Domingo, 25 de outubro de 2026
Anvisa

Anvisa proíbe produtos de limpeza de duas marcas; veja quais são e os riscos à saúde

Anvisa proíbe produtos de limpeza de duas marcas; veja quais são e os riscos à saúde

Além disso, A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu, nesta sexta-feira (23), a fabricação, a comercialização e o uso de produtos de limpeza irregulares de duas empresas. Dessa forma, A medida atinge o percarbonato de sódio essencial, produzido pela Cedro Química Ltda. Com isso, ME, e os saneantes da marca Araújo Produtos de Limpeza, que não cumprem as exigências de regularização sanitária.

Nesse sentido, segundo a agência, o produto da Cedro Química não possui regularização sanitária. Portanto, já os itens da Araújo Produtos de Limpeza não têm registro ou notificação na Anvisa e são fabricados por uma empresa sem Autorização de Funcionamento (AFE), exigida para atuar no setor. As determinações constam da Resolução-RE nº 4.158, de 22 de outubro de 2026, publicada no Diário Oficial da União.

Quais produtos foram proibidos?

A decisão da Anvisa abrange dois grupos de produtos de limpeza:

  • Percarbonato de sódio essencial, da Cedro Química: a agência proibiu a fabricação, a comercialização, a distribuição, a divulgação e o uso do produto. A determinação também prevê seu recolhimento.
  • Saneantes da marca Araújo Produtos de Limpeza: todos os produtos da marca foram alvo de proibição de fabricação, comercialização, distribuição, divulgação e uso, além de apreensão, devido à ausência de regularização sanitária e à falta de autorização de funcionamento da empresa responsável.

A Anvisa considera clandestinos os produtos que não passam pelos procedimentos de avaliação ou regularização exigidos pela vigilância sanitária. Sem esse controle, não é possível assegurar que tenham sido fabricados em condições adequadas ou que atendam aos padrões de qualidade e segurança.

Quais são os riscos à saúde?

De acordo com a Anvisa, o uso de produtos de limpeza irregulares pode provocar queimaduras, irritações, problemas respiratórios, ferimentos e intoxicações graves. A falta de informações confiáveis sobre a fabricação e a composição dos produtos impede a verificação de sua segurança para o uso indicado.

Para comercializar saneantes no Brasil, as empresas precisam obter autorização de funcionamento junto à vigilância sanitária competente e cumprir as exigências aplicáveis a cada produto.

Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.

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Redação Foco Goiás