Sobre o tema envolvendo Meta afirma, além disso, A Meta informou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que a análise do canal ‘Exército de Lula’, feita com base em suas Diretrizes de Canais, não identificou violação de políticas. Dessa forma, A campanha de Flávio Bolsonaro, candidato do PL à Presidência, levou o caso ao TSE ao solicitar que o tribunal examinasse o plano de conformidade que a empresa havia firmado com a corte eleitoral. Com isso, O documento reúne medidas voltadas a prevenir e reduzir riscos à integridade do processo eleitoral.
“A análise do Canal à luz das Diretrizes de Canais consta da declaração técnica anexa, que constatou que não há violação das políticas, detalhando as políticas e metodologia para detecção de conteúdo violador. Nesse sentido, A resposta também endereça os questionamentos sobre preservação de dados; dados disponíveis, encaminhamentos e esclarecimentos sobre inexistência de serviço pago nesta interface”, disse a Meta em nota.
Meta afirma: Prazo de 24 horas
O presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, não se contentou com a resposta inicial. Ele determinou que a Meta envie, em 24 horas, um relatório técnico mais amplo sobre o canal. A decisão exige que a empresa explique os critérios usados para separar o que chama de ‘mobilização legítima’ de um possível “comportamento coordenado potencialmente irregular”.
Segundo a decisão, o foco da análise é “o confronto entre as providências formalmente informadas à Justiça Eleitoral e o funcionamento do mecanismo questionado”.
O que a Meta argumenta
A empresa também defendeu que “A coordenação vedada é a de atividades violentas ou criminosas, e não a mobilização política lícita. Nenhuma dessas políticas trata como ilícita, em si, a mobilização de pessoas reais e identificadas, que o art. 28, § 6o-A, da Resolução n.º 23.610/2019 admite”.
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