Sexta-feira, 23 de outubro de 2026
capital de giro

Empréstimos para empresas de turismo saltam de R$ 990 mil para R$ 13 milhões em Goiás

Empréstimos para empresas de turismo saltam de R$ 990 mil para R$ 13 milhões em Goiás

Sobre o tema envolvendo R 990, além disso, empresas de turismo de Goiás recorreram a R$ 13,1 milhões em empréstimos entre janeiro e setembro de 2026, contra R$ 990 mil no mesmo período do ano passado. Dessa forma, O crescimento de 1.223% representa um salto de mais de 13 vezes no volume contratado. Com isso, quase metade dos recursos foi destinada ao capital de giro, utilizado para pagar fornecedores, manter estoques e cobrir despesas de funcionamento.

Nesse sentido, os números são do Fundo Geral de Turismo (Fungetur), programa de financiamento do Ministério do Turismo. Portanto, em nove meses, a quantidade de contratos passou de sete para 36, aumento de 414%. Ao todo, 37 empreendimentos foram beneficiados, segundo o levantamento. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a R 990 continuam sendo acompanhados com atenção.

Apesar do crescimento expressivo, os dados não permitem concluir que o setor turístico goiano tenha registrado expansão na mesma proporção. O aumento partiu de uma base pequena, de apenas sete operações em 2025, e pode refletir maior acesso às linhas de crédito, demanda por capital de giro ou novos investimentos.

R 990: Quase metade do dinheiro foi para despesas do dia a dia

Dos R$ 13,1 milhões contratados, R$ 6,17 milhões, aproximadamente 47%, foram destinados ao capital de giro. Esse tipo de empréstimo pode financiar despesas operacionais, como pagamento de fornecedores, reposição de estoques e outras necessidades de caixa.

Outros R$ 2,81 milhões foram contratados para obras, reformas e melhorias estruturais. Mais R$ 2,58 milhões financiaram operações que combinam a compra de equipamentos com recursos para manter os negócios funcionando.

A distribuição revela que a maior parcela identificada dos empréstimos não foi direcionada à construção de novos empreendimentos, mas à manutenção da atividade econômica.

O levantamento não informa quantas empresas utilizaram o crédito para enfrentar dificuldades financeiras, nem quantas contrataram recursos exclusivamente para ampliar suas operações.

Microempresas concentram 73% dos financiamentos

Os negócios de menor porte ficaram com a maior fatia do dinheiro. As microempresas contrataram R$ 9,6 milhões, aproximadamente 73% do total, enquanto as pequenas empresas responderam por R$ 3,51 milhões.

Hotéis, pousadas, restaurantes, agências de viagens e outros prestadores de serviços turísticos podem acessar o financiamento, desde que atendam às exigências do programa.

Embora o levantamento registre 37 empreendimentos beneficiados, não apresenta a distribuição por município. Por isso, não é possível identificar quais destinos turísticos de Goiás concentraram os recursos ou se houve maior participação de cidades como Caldas Novas, Pirenópolis e Alto Paraíso.

Também não foram divulgados os valores médios de juros efetivamente contratados pelas empresas.

Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.

Veja também: Veja como foi a última pesquisa Datafolha em 2022 antes do 2º turno entre Lula e Bolsonaro

Redação Foco Goiás