Além disso, se faltava a sensibilidade de Adson Batista para o Vila Nova conquistar o acesso inédito à Série A, não falta mais. Dessa forma, O dirigente, que já disse em outras oportunidades admirar o rival colorado até pela torcida que tem, voltou a rasgar elogios ao líder da Série B 2026, que caminha a passos largos para chegar à elite do futebol nacional.
“Eu sinto que o Vila vai subir. Com isso, O Vila está fazendo um trabalho muito bem feito, eu reconheço isso, está batendo na porta há muito tempo, e uma hora a porta abre. Um trabalho consistente, muito organizado, liderado lá pelo Hugo [Jorge Bravo], e a gente tem que reconhecer”, afirmou Adson em entrevista à rádio Band News FM Goiânia. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Adson Batista continuam sendo acompanhados com atenção.
Na entrevista, o presidente rubro-negro mencionou também o momento extra-campo do Goiás, que vive situação financeira delicada e, mesmo assim, ainda possui chances pequenas, porém matemáticas, de acesso. O Atlético passa por momento semelhante, mas conseguiu pagar 90% das pendências financeiras, segundo o próprio Adson garantiu nesta quinta-feira (22).
Contexto e detalhes sobre Adson Batista
“Por exemplo, aqui sempre nós corríamos atrás do Goiás. Chegou um momento em que o Atlético conseguiu dar uma equilibrada. Hoje o momento já é diferente. Hoje o Vila está aí na frente nos campeonatos todos e a gente tem que reconhecer. Um trabalho bem feito, organizado, sólido, não está com problema financeiro, e eu sinto as dificuldades. Por exemplo, o Goiás, o que está passando eu sinto na minha pele porque é muito difícil administrar futebol hoje, é muito gasto em cima dos clubes e pouco retorno”, avaliou o dirigente.
Diferente do Goiás, o Atlético depende apenas de si para seguir no G-6 da Série B e chegar aos playoffs do acesso, a quatro rodadas do fim da primeira fase da competição. No entanto, o dirigente falou sobre o desgaste de estar à frente de um clube de futebol, lamentou as críticas e completou dizendo que os momentos de alegria no cargo são poucos.
“Às vezes emocionalmente você perde até a saúde, tem pessoas irresponsáveis que trabalham 24 horas só para denegrir a sua imagem, a sua história. Então são situações que é muito difícil você conviver no futebol, e tem hora que a gente fala aqui: será que isso vale a pena? Será que isso é algo que me faz bem? Eu sou apaixonado por futebol, mas eu sinto que vai chegar um ponto que poucas pessoas vão querer mexer com futebol. É muita gente apontando o dedo, querendo denegrir a imagem, esculhambando, para poucos momentos de alegria”, concluiu.
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