Quarta-feira, 21 de outubro de 2026
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Empresa de Donald Trump supera US$ 300 mi em gastos eleitorais para manter controle do Congresso

Empresa de Donald Trump supera US$ 300 mi em gastos eleitorais para manter controle do Congresso

Além disso, O Presidente Donald Trump mobilizou mais de US$ 277 milhões via sua empresa a MAGA Inc em publicidade nas seis semanas finais da campanha de meio de mandato dos Estados Unidos. Dessa forma, O objetivo declarado é apoiar candidatos republicanos em disputas consideradas decisivas para manter o controle do Congresso.

Com isso, O super PAC MAGA Inc., principal veículo de arrecadação vinculado a Trump, já aplicou recursos superiores a US$ 300 milhões no atual ciclo eleitoral, de acordo com dados da Comissão Eleitoral Federal. Nesse sentido, desse montante, US$ 225 milhões foram direcionados por meio de dois super PACs: No Going Back e Safety & Affordability. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Donald Trump continuam sendo acompanhados com atenção.

Portanto, em publicação no Truth Social, Trump declarou sua intenção de desembolsar entre US$ 400 milhões e US$ 500 milhões antes do encerramento das votações, data que, quando a matéria foi publicada, distava menos de duas semanas. Em seguida, O balanço mais recente do MAGA Inc. apontava US$ 164 milhões disponíveis em caixa, com arrecadação total de cerca de US$ 450 milhões ao longo deste ciclo.

Donald Trump: Foco nos estados em disputa

De acordo com as apurações, de acordo com a Comissão Eleitoral Federal, o MAGA Inc. figurou como o maior investidor nas corridas ao Senado no Texas, em Michigan e em Ohio. Os candidatos republicanos nesses estados são, respectivamente, Ken Paxton, Mike Rogers e Jon Husted. A maior parte das pesquisas os situa em desvantagem frente aos seus oponentes democratas.

Elon Musk também alocou recursos no Texas, estado que passou a sediar as matrizes da Tesla e da SpaceX após a transferência promovida pelo empresário.

Doadores reforçam o caixa

Ao longo do ciclo, grandes doadores republicanos intensificaram suas contribuições. Stephen Wynn, magnata do setor hoteleiro e de cassinos, injetou US$ 8 milhões no mês passado. Em setembro, Stephen Schwarzman, CEO da Blackstone, e a empresária Diane Hendricks destinaram US$ 5 milhões cada um. Ainda no mês anterior à publicação, Bijan Tehrani, bilionário australiano do setor de criptomoedas, e Konstantin Sokolov, empresário de origem russa, contribuíram com US$ 1 milhão cada.

O que está em jogo

A composição atual do Senado, de 100 assentos, favorece os republicanos, com maioria de 53 a 47. Para reverter esse quadro e assumir o controle da casa, os democratas teriam de vencer ao menos quatro cadeiras adicionais.

O analista eleitoral Nate Silver estima que as chances democratas de assumir o Senado são superiores a 77%. Na Câmara dos Representantes, onde os republicanos têm maioria de 240 a 195, Silver projeta chances democratas superiores a 94%.

O texto aponta que a popularidade de Trump atingiu níveis historicamente baixos, atribuída a fatores como preços de combustíveis, operações do ICE e a guerra com o Irã.

Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.

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Redação Foco Goiás