Quarta-feira, 21 de outubro de 2026
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De menção a Hitler a disputa por eleitores da direita, entenda briga entre Pablo Marçal e Renan Santos

De menção a Hitler a disputa por eleitores da direita, entenda briga entre Pablo Marçal e Renan Santos

Além disso, A troca de acusações entre Pablo Marçal, atual estrategista de redes da campanha de Flávio Bolsonaro, e do ex-candidato à presidência Renan Santos, ganhou repercussão às vésperas do segundo turno das eleições presidenciais, em meio às articulações políticas dos partidos.

Como começou a discussão entre Marçal e Renan Santos?

Dessa forma, A discussão ganhou força na segunda-feira (19/10), quando Marçal participou de uma entrevista ao podcast IronTalks TV. Com isso, na ocasião, o empresário comparou o perfil de Renan Santos ao de Adolf Hitler e criticou os apoiadores do político, que classificou como integrantes de uma espécie de seita. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Pablo Marçal continuam sendo acompanhados com atenção.

Rapaz, o Renan criou uma seita na cabeça dos moleques esquisitos. A meninada esquisita decidiu, é Renan ou não é nada. Mano, o cara tem um perfil do Hitler absurdo. Até trejeito do Hitler […]

Nesse sentido, as declarações provocaram uma reação de Renan, que respondeu publicamente às críticas no dia seguinte.

Qual foi a resposta de Renan Santos?

Portanto, na terça-feira (20/10), Renan publicou um vídeo nas redes sociais em que ironizou a participação de Marçal na campanha de Flávio Bolsonaro. Ele usou a expressão “futuro ministro da Prosperidade”, em referência à proposta de criação de um ministério associada ao senador, e questionou a estratégia eleitoral do grupo.

Flávio vence e Pablo Marçal provavelmente será ministro e, sim, nós seremos alvos de todo o tipo de perseguição nas mãos dessas pessoas.

Renan também criticou a candidatura de Flávio e considerou um erro votar no senador no segundo turno. Entre as alternativas mencionadas por ele estava a possibilidade de anular o voto ou não comparecer às urnas.

Briga às vésperas do 2º turno

O que teria desencadeado uma reação e influenciado o desentendimento é a posição de Renan Santos diante da disputa entre Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Após ficar em quarto lugar no primeiro turno, com 2.675.887 votos, equivalentes a 2,24% dos votos válidos, Renan decidiu não declarar apoio a nenhum dos dois candidatos.

Marçal criticou essa postura e afirmou que eleitores de Renan poderiam anular o voto caso não quisessem escolher um dos concorrentes.

A discussão extrapolou o campo da pessoalidade e colocou em cheque divergências dentro do campo político da direita. Renan e outros influenciadores passaram a dizer nas redes que Flávio Bolsonaro e o bolsonarismo não representam os ideais da direita.

Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.

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Redação Foco Goiás