Segunda-feira, 19 de outubro de 2026
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Mulher é flagrada em vídeo gritando ofensas racistas a estudante em estação de metrô em SP

Mulher é flagrada em vídeo gritando ofensas racistas a estudante em estação de metrô em SP

Sobre o tema envolvendo Mulher é flagrada, além disso, O estudante Márcio Ferreira foi vítima de racismo enquanto estava na estação Vila Sônia, pertencente à Linha 4-Amarela do metrô paulistano no último domingo (18/10). Dessa forma, A autora da ofensa o chamou de “preto de b***a” e acabou confirmando o xingamento em uma gravação produzida pelo próprio estudante.

Com isso, O episódio começou com uma discussão política entre a mulher e um grupo de três pessoas. Nesse sentido, ela também proferiu ofensas homofóbicas contra o grupo. Portanto, márcio interveio para tentar evitar que a situação chegasse a agressões físicas. “Falei que não precisava brigar, mesmo ela sendo bolsonarista e eu o contrário”, disse ele. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Mulher é flagrada continuam sendo acompanhados com atenção.

Em seguida, as três pessoas deixaram o local. De acordo com as apurações, márcio ficou e continuou conversando com a mulher. Por outro lado, foi então que ela passou a xingá-lo com ofensas raciais. Ele começou a filmar. Na gravação, a agressora confirmou o que havia dito: “Eu falei para ele que ele é um preto de b***a”. Ao ser confrontada, a mulher tentou justificar o comportamento dizendo: “Deixa eu te mostrar a foto da minha família. Meu filho é preto. Eu sou mulher de preto também”.

Mulher é flagrada: A inversão de papéis

Após seguir Márcio pela escada rolante, a mulher, já no andar superior da estação, inverteu o papel e o acusou de tê-la agredido, solicitando a um funcionário do local que acionasse a polícia. A Polícia Militar, contudo, não chegou a ser chamada durante o episódio.

Márcio formalizou uma queixa e declarou que adotará todas as providências cabíveis diante do ocorrido. O abalo psicológico, no entanto, foi imediato. “Na hora, você se sente culpado… Culpado de ter saído de casa, de não saber como reagir”, relatou. Ele também lamentou: “Eu sei que eu não tenho culpa de novo. A culpa não é minha. A culpa é dela. Ela é racista.

Ela é criminosa. Apesar de que, na hora ela falou: ‘O meu marido é negro, o meu filho é negro’. Mesmo sabendo que não tenho culpa. Mas esse sentimento não sai. Eu pego metrô para trabalhar, eu pego metrô para estudar… Passo todos os dias ali”.

Investigação em andamento

Conforme a Secretaria de Segurança Pública (SSP), a ocorrência foi tipificada como injúria racial, registrada pela Delegacia Digital e direcionada ao 34º Distrito Policial (Vila Sônia). Investigadores da SSP trabalham para identificar e dar paradeiro à autora do crime.

O Ministério Público comunicou que o Grupo Especial de Combate aos Crimes Raciais e de Intolerância (Gecradi) pediu a abertura de inquérito policial com o objetivo de apurar o crime. As investigações ainda estão em andamento.

A Motiva, empresa concessionária que opera a Linha 4-Amarela, emitiu um comunicado a respeito do episódio de racismo ocorrido na estação Vila Sônia Profa Elisabeth Tenreiro. A empresa condenou as ofensas e sinalizou disponibilidade para auxiliar as autoridades nas investigações.

Os agentes prestaram assistência à vítima e se colocaram prontos para conduzi-la até uma delegacia. No entanto, ela decidiu não se dirigir ao local naquele momento.

A concessionária reforçou que o registro formal pode ser feito posteriormente, junto às equipes de segurança das estações ou diretamente às autoridades policiais.

Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.

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Redação Foco Goiás